sábado, 5 de novembro de 2011

Duvidaste de mim, e agora sou eu que não consigo acreditar em ti… não é irónico? (até tinhas razão. Quer dizer, não tinhas, mas eu conseguia compreender. Entendia. Mas perdeste tudo quando duvidaste no momento em que eu estava a ser tao sincera. Mesmo sincera. E eu podia permitir isto de muita gente, mesmo tanta gente. Não de ti. Não consigo dar a volta a isto, e juro que tenho tentado. Magoaste-me. Outra vez. Bolas. E-como-eu-detesto-a-magoa!)