quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

lançados aos bichos.


Pus no facebook mas, nunca se sabe. Aqui sempre fica mais resguardado…

Quanto mais mal-educadas, autoritárias e irónicas as pessoas conseguem ser, maior é a minha vontade de exercitar as boas maneiras e a boa educação que os meus paizinhos me ensinaram. E bem. Só para chatear e não descer a níveis inferiores e tão baixos. Tudo tem explicação, se calhar a obsessão por doenças psiquiátricas começa a ficar esclarecida.

E gosto ainda mais que estas figurinhas deploráveis sejam feitas perante pessoas que lhes devem respeito, a nível profissional. E já que me estou a referir a uma pessoa, supostamente, bastante reconhecida e conceituada na sua área... por isso é que este país está como está.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014


Quando o coração acusa mas a consciência não pesa.

Que se lixe o coração! Que se faça o que tem que ser!!

domingo, 19 de janeiro de 2014

lealdade.


Os amigos são, por definição, as melhores pessoas do mundo, as mais interessantes e as mais geniais. Os amigos não podem ser maus. A lealdade é a qualidade mais importante de uma amizade. E claro que é difícil ser inteiramente leal, mas tem de se ser.

Miguel Esteves Cardoso, in 'Os Meus Problemas'

Uma grande verdade, para uma cabeça cheia de perguntas. Às vezes queremos ser tão leais para com quem nos rodeia, que nos atormenta, sentirmos tantas vezes, que não o conseguimos ser sempre, plenamente. Ficamos tão preocupados que nem nos passa pela cabeça o óbvio. A nossa lealdade para com alguém, nunca será plena, se não respeitar a nossa lealdade própria. Se a transgredir. Antes de ser fiel ao que quer que seja, há que ser fiel ao que somos. A quem somos. E nem sempre queremos ser amigos de quem mais gosta de nós. E sinceramente, nem sempre devemos. Muitas vezes, quem mais gosta de nós, não é quem mais nos respeita. E manter um laço, ou uma lealdade, na base do gostar e do sentir, pode ser, tremendamente, destruidor. – sei bem do que falo-. Outras vezes, quem mais gosta de nós, tem princípios opostos aos nossos. E – deixemo-nos de tretas – se, são opostos aos nossos, são maus. Pelo menos para nós. São maus para nós. E conviver, ter intimidade com (quem tem) princípios e valores opostos aos nossos, é dar intimidade a algo que sabemos que, tarde ou cedo, nos vai prejudicar. Fazer mal.

Eu voto num referendo em que seja proibido tomar qualquer decisão, tendo por base, qualquer parecer ou opinião do coração. (já que estamos numa de referendos, proponho um menos idiota.)

Os amigos são, por definição, as melhores pessoas do mundo, as mais interessantes e as mais geniais. Os amigos não podem ser maus.

Não sei se será a definição mais universal. Mas é das mais bonitas. E faz sentido.

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

nem me safo mal...


Eram dois velhinhos. felizes. Viveram sempre com o filho. Um bom filho, que sempre os adorou. Depois com a nora, que sempre gostou deles e que sempre trataram como filha. Até que vieram os netos. Primeiro o menino. O mais lindo de todos. Depois a princesa, com quem sempre sonharam. Eram muito felizes. O espaço é que não ajudava. Cada vez menor, parecia. Decidiram, os velhinhos, ir para um lar. Onde não incomodassem. Fossem bem tratados. Felizes, juntos. Era o mais importante. E perto de casa. E dos que tanto amavam.

A D. Henriqueta era diabética desde nova. Tinha uma saúde frágil. Mas o Sr. José tratava tao bem dela. Todos os dias. Ele era forte. E muito simpático, carinhoso. Arranjaram os dois novos amigos. Estavam bem. Mas um dia o Sr. José demorou a acordar. Demorou. Demorou. E não acordou. Não acordou mais.

A D. Henriqueta, agora sem ele, tentava não se sentir sozinha, mas o filho há muito que não vinha e os amigos, ela não percebia como, mas já não tinham aquela graça, como antes. Passava os dias na cama. Quentinha. Era como se só ‘aquele quentinho’ soubesse e fosse capaz de lhe fazer companhia.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

certo e errado.


O certo e o errado têm um abismo entre eles. Mas esse abismo é marcado por uma linha tão discreta que, às vezes tenho um medo enorme de me estar a atirar de cabeça, sem ter a mínima perceção.

sábado, 4 de janeiro de 2014

de 2013 para 2014


‘Quem soma, fica. Quem diminui, sai. Sem dó.’

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

olá, 2014!


Se fosse falar de tudo o que 2013 me trouxe e ensinou, passava aqui horas. Mas, das coisas mais importantes que aprendi foi, como julgamos e olhamos para a felicidade de forma errada. Vemos a felicidade, sempre, como um todo. E não nos apercebemos do quanto isso faz tudo parecer tão impossível. Nunca seremos felizes enquanto não soubermos valorizar e ser felizes com as pequenas coisas. E o truque é ir apreciando pequena coisa atrás de pequena coisa. Sem perder nenhuma. E o puzzle, da felicidade, vai-se compondo. E compondo-nos, também. Não acredito em puzzles completos, e ainda bem. O truque é ir deixando para depois as pecinhas mais pequenas e desafiantes. Para nos sentirmos cada vez mais inteiros. E para que o dia que vem a seguir seja mais aliciante e valha sempre a pena. Para que haja sempre algo por que lutar. Porque se não matarmos, pelo menos, um leão por dia, tudo perde a graça e o sentido. O que desejo para o vosso 2014 é que cada puzzle se vá compondo. Que apenas vos vão faltando as peças mais pequenas. As mais bonitas e raras e que, por isso, farão toda a diferença no que cada um é, e ainda quer ser. Que 2014 seja mais realizado. Mais, e muito, feliz. – a base de qualquer puzzle, de qualquer vida, terá sempre que ser Deus. Sem ele, nem vale a pena! -