O tempo devia seguir, de mãos
dadas, com o dom da paciência. A vida devia avançar à velocidade dos sonhos. O
coração devia bater, forte, no compasso de cada plano de Deus. Mas os dias vão-se
atropelando e transformando em peças de um puzzle que temos que formar e onde devemos
acertar. É preciso alimentar a alma, porque é ali que nós somos de verdade. É
preciso, tantas vezes, saber reencontrarmo-nos, num qualquer avesso aleatório, para
perceber o verdadeiro sentido: por onde vamos – onde queremos chegar,
permanecer. E com quem.