Há alturas em que não consigo distinguir se sou a protagonista de uma comédia de muito mau gosto ou de um drama do mais rasco que possa existir.
Há alturas em que a força se cansa e o medo vence-a com uma facilidade descomunal, numa disputa quase inexistente, a qual não dá a mínima pica assistir. E o medo quando entra, tem a capacidade de chegar a todo e qualquer canto. Destapa pedaços de temores que achávamos esquecidos, ou que desconheciamos trazer em nós, perdidos, por dentro. O medo faz frio. Pelo menos faz tremer. E com que eu me sinta tão pequenina. Às vezes julgo que chego mesmo a desaparecer.
O que me socorre é o sorriso. Que me protege do que é indiscreto. Que de tanto convencer os outros que está tudo bem, acaba mesmo por me convencer também a mim que se não está, há-de ficar tudo bem. O sorriso afasta o medo. E se não afasta, pelo menos faz com que me esqueça dele por momentos, o que já é bom : )
Enquanto isso, eu estudo Anatomia para ver se a moral levanta (apesar de achar que o efeito é o oposto -.-‘)
Há alturas em que a força se cansa e o medo vence-a com uma facilidade descomunal, numa disputa quase inexistente, a qual não dá a mínima pica assistir. E o medo quando entra, tem a capacidade de chegar a todo e qualquer canto. Destapa pedaços de temores que achávamos esquecidos, ou que desconheciamos trazer em nós, perdidos, por dentro. O medo faz frio. Pelo menos faz tremer. E com que eu me sinta tão pequenina. Às vezes julgo que chego mesmo a desaparecer.
O que me socorre é o sorriso. Que me protege do que é indiscreto. Que de tanto convencer os outros que está tudo bem, acaba mesmo por me convencer também a mim que se não está, há-de ficar tudo bem. O sorriso afasta o medo. E se não afasta, pelo menos faz com que me esqueça dele por momentos, o que já é bom : )
Enquanto isso, eu estudo Anatomia para ver se a moral levanta (apesar de achar que o efeito é o oposto -.-‘)
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