Ou se é especial, ou não se é. Não
é algo que se finja ou se estude. Porque quando se é especial, tudo o que dessas
pessoas parte, também o é. É genuíno e intrínseco. E vale a pena. Vale tudo. É simples.
E é a magia dessa simplicidade que nos molda o coração e o faz grande. Do tamanho
do mundo. Deste, ou de outros desconhecidos mas bonitos, que possam estar por
aí perdidos. E é tanto o que se recebe, que só se quer dar. E tudo o que se dá,
parece pouco. Ou nada. Há pessoas especiais, e não há ninguém como elas.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
domingo, 27 de maio de 2012
porque sim.
‘tu gostas é de miminhos…’
Pois gosto. Não há nada melhor no
mundo do que um abraço de quem gosta de ti sem restrições. Sem respostas a
porquês, simplesmente desnecessárias. E o melhor é que isso, de tão raro, quase
já não existe. Só assim, com pessoas abençoadas. E é muito bom ter-vos por
perto. Assim, tão perto. Como ela disse, tanto pedi… :) é muito bom ter para onde
correr (e eu vou correr tantas vezes para vocês, mesmo que não diga nada…). É muito
bom ter alguém com quem falar que não nos julgue. Não se limite a passar-nos a
mão pela cabeça. Mas nos entenda. E eu acho, sinceramente, que quase não tenho ninguém
assim. E vocês são muito mais que isso. É muito bom ter quem lute connosco,
como nós sabemos que se luta. E vocês ensinam-me sempre, um bocadinho como se
faz. É muito bom ter alguém de quem se gosta tanto tanto tanto tanto tanto,
como eu gosto de vocês. E eu não gosto assim de muita gente :)
Ps- só tenho medo do dia em que
tiverem que ir. E ainda agora chegaram…
terça-feira, 8 de maio de 2012
quinta-feira, 3 de maio de 2012
e as fitas que devia estar a escrever?
‘errar é humano.’ Mas não devia. Às
vezes errar pode mesmo ser desumano para com quem se erra. E não me venham
dizer que se cresce e aprende sempre, isso a mim não me consola. Detesto, odeio
errar. Odeio ser impulsiva. Sim, porque em 100 vezes que erre, 98 errei porque
fui impulsiva. Aquilo de que falam do ‘pensar e depois agir’ é fácil de
perceber, mas tão difícil de interiorizar e praticar. Ando a aprender. A tentar
praticar, juro que sim. Porque me irrito, até torturo depois. Sou impossível comigo
mesma. Não suporto saber que errei não pelo que fiz, porque muitas vezes até
tenho razão, mas pela maneira como o fiz (e puf, lá se foi a razão). Não sou
nada ponderada. E se exijo e espero muito dos outros, a verdade é que também gosto
de (me) dar. E detesto falhar nisso. Detesto desiludir e nem consigo pensar em
magoar. Mas faço-o. Às vezes, é verdade que sim.
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