‘errar é humano.’ Mas não devia. Às
vezes errar pode mesmo ser desumano para com quem se erra. E não me venham
dizer que se cresce e aprende sempre, isso a mim não me consola. Detesto, odeio
errar. Odeio ser impulsiva. Sim, porque em 100 vezes que erre, 98 errei porque
fui impulsiva. Aquilo de que falam do ‘pensar e depois agir’ é fácil de
perceber, mas tão difícil de interiorizar e praticar. Ando a aprender. A tentar
praticar, juro que sim. Porque me irrito, até torturo depois. Sou impossível comigo
mesma. Não suporto saber que errei não pelo que fiz, porque muitas vezes até
tenho razão, mas pela maneira como o fiz (e puf, lá se foi a razão). Não sou
nada ponderada. E se exijo e espero muito dos outros, a verdade é que também gosto
de (me) dar. E detesto falhar nisso. Detesto desiludir e nem consigo pensar em
magoar. Mas faço-o. Às vezes, é verdade que sim.
Sem comentários:
Enviar um comentário
sussurros