Como só acredito em Deus agradeço-lhe todos os dias pelo privilégio.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
problemas de (muito) sono
Há quem sofra de insónias e há quem sofra de um sono
que se encontra sempre na almofada mais próxima. (segundas!)
terça-feira, 8 de outubro de 2013
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
(a teoria d)o perdão.
Eram praticamente 5 da manhã e,
eu juro que já não faço ideia do que nos deu e de como fomos lá parar, certo é
que começámos a falar de perdão. Para elas, nem havia discussão, há coisas
imperdoáveis e, quanto a isso, não há margem para dúvidas. Já eu, penso exatamente
o contrário. Para mim, tudo pode ser, e é, perdoável. Eu percebo-as bem. Até há
muito pouco tempo pensava precisamente como elas e custou-me muito perceber que
o contrário é possível. Não é difícil. E é o melhor. O que nos faz melhor. Mas,
assim como não é nada fácil entender, também é tão difícil explicar. Acho que o
grande problema é perceber que ‘perdoar não é esquecer’. Uma coisa é perdoar,
outra é ser otária. E uma, não implica a outra. Todos erramos. Vamos errar
sempre. E por isso, toda a gente merece novas oportunidades (varias, sim). Mas
há que dar sempre muito valor, a quem as dá e à oportunidade de as ter. Agora,
não se pode querer e esperar ter uma nova oportunidade todos os dias. É aqui
que entra o nosso amor e, sobretudo, o respeito próprio. Há quem erre, se
arrependa e aprenda com cada erro. Mas também há quem nunca mude e quem nos vá
sempre magoar e desiludir. Cabe-nos a nós ter o discernimento de perceber quem,
a dada altura, já nos faz mais mal, que bem. E às vezes afastarmo-nos, radicalmente,
por mais que doa, e o natural é doer muito, é o que nos liberta. Mas lá está,
este afastamento inclui o perdão. E aqui aparece o outro grande problema e que,
normalmente, lixa tudo: a mágoa! As pessoas adoram guardar mágoas e alimentá-las. Às vezes a relação com as
pessoas nem se altera mas, a mágoa existe e vai ficando guardada. Vai ficando e
vai crescendo. E isto acontece porque se cria a ilusão que ao alimentar a mágoa
se está a castigar o outro. Quando, o mais certo é a outra pessoa não ter a
mais pequena noção e viver sem o mínimo peso na consciência. Conclusão: a mágoa
só mói, corrói e estraga quem a tem, a sente e guarda. Deve ter sido mais ou
menos aqui, que me disseram: ‘Então mas, se te afastas, não perdoaste!’. Para perdoar,
eu não preciso de me sujeitar a tudo. Afastar-me da pessoa, não implica ter que
a odiar para o resto dos meus dias. Posso fazê-lo sem ressentimentos. Também não
preciso de continuar a morrer de amores. Posso só simpatizar, até gostar. Posso,
e devo!, respeitá-las e desejar-lhes sempre o melhor. E assim, vivo e sou,
muito melhor. A sério.
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
do que digo quando não devia e do que devia escrever e não escrevo...
Se eu falasse tão bem como
escrevo, além de fazer um figurão, poupava-me a tantos constrangimentos (figuras
tristes, vá)…
Era isso e era a minha cabeça ter
um digitador (se é que isso existe??) que fosse anotando algumas ideias que me
vão passando por lá e que ficavam tão bem escritas. Mas depois vou-me esquecendo
ou parecem-me grandes demais e não arranjo paciência para as escrever (preguiça,
aqui. Muita.). Um digitador. Ou algo que o valha. Dava um jeitão.
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Tenho vivido com migalhas de
felicidade. Não me queixo. Podia. Mas dou muito valor a cada uma. Acho é que já
merecia um pão inteiro. Com muito miolo e uma côdea (fininha, vá). Ao menos uma
carcaça… :)
(as migalhas e o pão pareceu-me
mais bonito mas, podia muito bem ser um hambúrguer a passar a uma picanha
grelhadinha, sei lá… :p)
Subscrever:
Comentários (Atom)

