quarta-feira, 2 de outubro de 2013

do que digo quando não devia e do que devia escrever e não escrevo...


Se eu falasse tão bem como escrevo, além de fazer um figurão, poupava-me a tantos constrangimentos (figuras tristes, vá)…

Era isso e era a minha cabeça ter um digitador (se é que isso existe??) que fosse anotando algumas ideias que me vão passando por lá e que ficavam tão bem escritas. Mas depois vou-me esquecendo ou parecem-me grandes demais e não arranjo paciência para as escrever (preguiça, aqui. Muita.). Um digitador. Ou algo que o valha. Dava um jeitão.

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