segunda-feira, 29 de novembro de 2010

do Olga, com FNAC

Meio do concerto:

- Sara, é que este está a ser o melhor concerto dele não é por nada…
- mesmo!!! Já viste este público? Brutal!

Final

- Foi o melhor, não foi?
- Foi!!!

- O que é que acharam? É que lá atrás foi difícil conter lágrimas. Correu muito bem…
- Foi o melhor, Maria. O melhor de sempre! O público estava fenomenal… e ele merece… muito mais.

- gostaste?
- O que queres que te diga?! Foi mesmo muito bom! Desta superaste tudo, João!!
- Mas e tu, gostaste?
(risos :) )

FNAC

- então, Anocas!!
- então João, há tanto tempo!
- Ana, desde ontem!! (risos, haha)
- então mas o que acharam de ontem? É que nós achamos que foi o melhor que demos…
- o que é que te dissemos ontem? Se tu achas, nós temos a certeza! Foi mesmo o melhor de sempre! E tu mereces. Tanto!!!
- oh, eu vi-te…
-HAM?!
(descrição pormenorizada. eu provavelmente com a maior cara de parva e tu com aquela cara de ‘o que é que queres?’ :) tens sempre destas. Há sempre qualquer coisa que me lembra que é por isto que te adoro. Porque és sempre tu. Único e especial, sempre mesmo muito tu :) )

E acho que esta é mesmo a melhor forma de descrever tudo aquilo e não com um texto dos meus, porque não há muito a dizer. Foi perfeito. E eu sou suspeita que adoro o Olga e o João. Mas foi mesmo. Foi ele. O público. A banda. Os convidados. Nós as duas. (até o senhor que estava sozinho ao meu lado a curtir à grande e os putos insuportáveis atrás de nós que até pela Mafalda chamaram :) ). E o que estas noites são e o que fazem cá dentro, é indescritível. Topar-lhe as reacções e ver como se transforma ao pegar na guitarra (e quando quem sabe comenta o mesmo connosco.) as nossas brincadeiras mais tontas que dão sempre um toque especial a cada momento. As conversas com a Maria que adorei!, tão querida e amorosa (‘andava mesmo à tua procura!!’, ‘ele nunca esquece…’, ‘oh, se há pessoa que merece…’). Conhecer o Diogo :), super simpático. Conhecer a Paula e a família. Sentir-me tão parte. Tão bem. Com vocês. Os abraços e aqueles sorrisos, que valem tudo. E o que já está prometido… :)

- ‘mas eu vou amanha.’
- ‘mas amanha é muito tarde!!’

E se ela soubesse o quanto mais durou a noite! Foi perfeito! Amei!!! E se lerem isto, vão concordar que só fica completo com um ‘HÁ QUANTO TEMPOOOOOOOOOO!!’

Obrigado!

Ps- ‘ela é uma querida’ ♥

domingo, 28 de novembro de 2010

ponto de situação, só...

24 de Novembro de 2008 – Apresentação à imprensa da ‘Palma e a mão’, Casino de Lisboa

14 de Novembro de 2009 – Coliseu dos Recreios

26 de Novembro de 2010 – Apresentaçao do álbum ‘O Coliseu’, Olga Cadaval

27 de Novembro de 2010 – FNAC Colombo

Não sei bem porquê mas, parece-me que simpatizo muito com Novembro, haha. É incrível os momentos que se guardam, de alma repleta e coração cheio. A serio. Agora fazia um texto gigante a falar de cada um! Mas va. Não. Chega-me os sorrisos, a cumplicidade e cada abraço. Chega-me a recordação de conversas que me deixem com um sorriso nos lábios ou a rir completamente às gargalhadas! Gostamos. Gostamos muito de Novembro, contigo.

‘COMO É QUE VISTE??’
‘vi!!!’
(e com esta ganhas-te...)♥

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Ainda hoje a mãe falou de nós. De como éramos tão chegadas. Do respeito que eu tinha por ti. E ela tem uma noção mas, não tem ideia do quão enormes eram: o respeito e a admiração. Falou de como eu guardava os teus segredos. Mas, ao contrário do que ela pensa não eram os meus bons valores a dar de si, desde criança. Era sim o não haver, para mim, nada mais precioso do que termos algo só nosso para guardar. As conversas madrugadas dentro. As fotos proibidas, sempre com a devida explicação. As tardes deitadas só pelo prazer de não termos que levantar. As danças intermináveis com as musicas mais sugestivas (e pimbas) que nos aparecessem, onde quer que fosse. As horas na cozinha e as combinações mais aterradoras, embora costumassem resultar. Os constantes segredinhos e gargalhadas secretas, que tanto irritavam. Quando me dizias que a minha opinião era decisiva e eu tremia. (quando te vi chorar e me perdi, sem saberes). Hoje nada é igual e vivo bem com isso. Mas. Hoje. Só hoje, que penso, chega a doer. O amor é o mesmo. Eu sinto. Eu vejo. Basta estarmos juntas. Crescer é mesmo uma merda. (e no meio de tanta merda, o que me faz mais medo, é de longe a possibilidade de vos perder.)

Eu sei que digo coisas que não devo.
Sei bem.
Mas não sou a única,
oh!
:)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

O pior sentimento do mundo é a desilusão. Quando nos deixam do avesso e nos tiram o chão, só e apenas para dificultar a tarefa de voltarmos a ver o mundo às direitas e provocar a luta do encontro de um chão novamente seguro, enquanto as suas vidas seguem com a naturalidade de nada ter acontecido. Sempre fui muito boa no que diz respeito às cambalhotas da vida. Fui aprendendo a saltitar por rumos incertos até finalmente sentir a segurança de um chão firme e coeso, seguro. Habituei-me a seguir a minha vida junto com a dos outros, num nada de não ter simplesmente acontecido. Mas apercebi-me que não é assim. não dá. Eu já não consigo ser assim. a ordem não pode ser ‘para trás das costas, esquece-se’, mas sim ‘enfrenta-se e perdoa se’. Eu já não consigo que seja de outra maneira. É demais. Na minha vida, agora, é mesmo tudo demais. E chamem-me cabra, fria, insensível, eu tenho plena noção que as minhas capacidades de esquecer e perdoar estão em baixo. Mas querem o quê? Passar por isto tudo? Não têm a mínima noção! E ao julgarem não conseguem ser nada melhores, é um bocado baixo até. Eu também tenho saudades. Eu também sinto falta e também me custa. Se calhar custa-me mais a mim, no meio de tudo que fizeram. E apetece-me muito dar o braço a torcer, mas depois voltamos ao mesmo, é demais. O melhor das pessoas fica comigo. É o que se guarda. O que faz sorrir sempre. Mas a confiança foi-se, está-se a ir. A verdade é que quando acontece, é fácil repetir. (ainda estou à espera que tudo fique bem…).

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Às vezes olho para a minha vida e concluo, sem a mínima duvida, que reúno todas as condições para me fechar no quarto com o comando por perto, rodeada de chocolates e uns quantos bons livros, e entrar então numa depressão profunda. Mas depois deparo-me com um grave problema: não tenho o mínimo feitio para isso :) (faço exactamente o oposto e tenho mesmo momentos tão felizes *)

terça-feira, 16 de novembro de 2010

pedrinha preciosa.

ana
nós nascemos para sonhar
eu e tu…
e temos com que pelo menos fazer com que não nos tirem essa capacidade…
porque é mesmo o melhor que temos.
(…)
o problema é que são mesmo os meus sonhos que me deixam de rastos
não são os teus sonhos ana…
é a vida

obrigado. sempre. para sempre. para o resto da vida, cúmplice. é difícil acreditar, cada vez mais difícil. mas assim, contigo, dito por ti, o sentido é maior, mil vezes. tem tudo mil vezes mais sentido. sempre.♥

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Quem sabe, sabe também que nunca espero nada. Nunca tenho expectativas e riu sempre, e nego sempre, porque acho sempre que é demais, que já foi feito muito (e foi!!). mas não falha, nunca! E quando não quero acreditar e me faço despercebida, fazem questão de me lembrar sempre de onde partiu. Mas eu sei, sei bem. Porque já vi a preocupação mesmo de perto. É inacreditável. É tanto. É único sentir que sou de alguma forma especial, para quem é muito!! (com vários sentidos). Sentir que é mútuo, por mais que eu saiba, porque sempre foi. Agora, só te quero dar um abraço. Nosso. Porque palavras, não há. Acho que nunca existiu nenhuma à altura. Nenhum ‘obrigado’. E já te disse tantos e com tanto significado. É das melhores coisas do mundo, ter gente assim, nossa, porque sim. É mesmo. (e eu fico sempre parva e com o coração maior que tudo, sempre.)

acho que não tenho bem noção. gosto tanto de ti.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Ontem andei tão tão contente e de repente, já a caminho da cama, fiquei tão triste. E preciso de escrever, sobre o bom e o mau. Preciso mesmo. Mas antes preciso de me entender. Preciso de me arrumar também. Mas o meu forte também nunca foram as arrumações e continuo com imensa coisa espalhada pelo chão. Coisas que nem penso onde arrumar porque não tenho sequer coragem de as apanhar e ter de pegar nelas. Ainda não. Um dia. Por enquanto, é mais fácil ignora-las assim, espalhadas e largadas pelo chão, mesmo sabendo que é inevitável tropeçar nelas e isso deixar-me assim, triste.

Preciso de falar com alguém. Preciso de o conseguir fazer. Ya. Pois…