domingo, 18 de setembro de 2011

quem é, de quem não é.

Quem é amigo, preocupa-se. Quer saber (não das coisas, mas de nós.). Está sempre presente, porque mesmo quando não está faz sempre lembrar que não esqueceu, que nunca se esquece.


Quem não é amigo, não quer saber. E quando quer, quer saber das coisas, principalmente se forem más, e nunca de nós. Quase nunca está, e quando está, não dá. Quando está, é só exigências.


São ambos capazes de dizer que gostam de nós. Acho duvidoso, mas talvez seja possível. Cabe-nos a nós distinguir quem é, de quem não é.


Porque uma amizade, não precisa de ser grande para ser verdadeira. Basta basear-se no gostar e no respeito mútuo. E há quem se esqueça e não dê o mínimo valor a isto.

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