segunda-feira, 30 de janeiro de 2012


‘tenho tanto orgulho em ti.’

Às vezes pergunto-me se serei digna de ouvir estas coisas. Mesmo.


sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

para sempre.


‘Cada um começa a falar comigo como se não tivéssemos passado um único dia sem nos vermos.

Nada falha. Tudo dispara como se nos estivera – e está – na massa do sangue: a excitação de contar coisas e a alegria de partilhar ninharias; as risotas por piadas de há muito repetidas; as promessas de esperanças que estão há que décadas por realizar.

(…) O tempo não passa pela amizade. Mas a amizade passa pelo tempo. É preciso segurá-la enquanto ela há. ‘




quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

mundos.






É muito bom termos na nossa vida mundos só nossos, que só entende quem faz tão parte, e que, no fundo, nos protegem de tanta coisa e nos fazem tão bem, sem pensar nisso. Sem pensar em nada. é bom termos na nossa vida mundos que vão ser sempre o que agora são. E um orgulho muito grande. :)



segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

dar.

Não é segredo nenhum. A verdade é que acho que é um passo básico, que nos faria mais e melhores, mas que nos passa ao lado a maior parte do tempo e circunstâncias pelas quais passamos. Por melhores pessoas que sejamos, dificilmente, muito dificilmente somos capazes de fugir ao facto de a humanidade ser, no fundo, demasiado egocêntrica. E viramo-nos constantemente para nós e nem nos lembramos dos outros. De que seriamos muito melhores se tratássemos as pessoas, todas as pessoas, como gostaríamos de ser tratados. E temos todos consciência disto, mas como em tudo, é muito mais fácil a teoria que a pratica. Ou não fosse da nossa natureza o meter sempre em causa o porquê de termos que ter a iniciativa do primeiro passo, da primeira simpatia. Questionamos sempre o facto do outro não se chegar à frente. E, sem termos noção, ganhamos mesmo pequenos preconceitos quanto a isto. Até mesmo em casos de grandes empatias imediatas e sem razão. Temos sempre medo, não de dar mas, de dar demasiado e cair no ridículo, tudo porque desconhecemos a recepção e reacções de tal pessoa. O facto é que se não houver um primeiro passo, nunca saberemos se haverá algum. Se não nos dermos, sem reticências, dificilmente receberemos o melhor de alguém. E o melhor de quem deu, será sempre o melhor do mundo. E o melhor do que somos nós, será sempre o melhor que dermos. Se não nos dermos nunca conheceremos o melhor do mundo, o melhor de nós.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

O facebook faz com que as pessoas só se consigam expressar por ‘estados’. Sinceridade e frontalidade é que não há nenhuma. Mas pronto, devem achar fixe. Está bem. Crescer é que não.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

É incrível como perante os problemas as pessoas se revelam. E é incrível como tenho descoberto a sorte que tenho nas pessoas que me rodeiam. Comove-me e deixa-me orgulhosa. Orgulho-me de ter a capacidade de cultivar gente tão bonita à minha volta. Porque acho mesmo que é uma capacidade. E essas pessoas têm me ensinado tanto! Acho extraordinário como uma amizade verdadeira nada tem a ver com presença constante ou longevidade. A amizade verdadeira baseia-se sim, apenas em bondade, dádiva e, acima de todas as coisas, sinceridade. Sinceridade no que se é, no que se sente, no que se dá e em como se recebe. E não importa se o contacto é frequente, constante ou casual. Nem importa se passaram anos. Quando aquilo que une as pessoas tem por base sinceridade, tem-se tudo. E essa sinceridade sobrepõe-se a tudo, até ao tempo e à distância. E dá sentido. Um sentido que não se perde. E tudo isto agarra-me e não me deixa cair. Porque eu posso não agradecer tudo mas, tenho plena consciência de tudo o que fazem por mim e do quanto me dão. Tenho plena noção de que ser diferente e não tipicamente comum, não faz as coisas serem fáceis para vocês e, por isso, tudo o que fazem, tudo o que me dão se torna tão incrivelmente especial e importante. Ver nas vossas caras o orgulho desmedido ao invés da pena que, confesso, sempre me assustou. O acreditarem dessa maneira tão forte que faz com que não oiçam apenas, mas se envolvam. O ‘para o que precisares’, ‘mas o que é que não consegues?’. E, o mais importante, o de igual para igual. Obrigado por serem e estarem. Vocês dão-me vida. Mesmo.

Bora lá dar vida outra vez a este blog!! :)