sábado, 11 de dezembro de 2010

alegro, mesmo alegre

Eu só me ri. Ri-me da sorte que temos sempre que chegamos à fnac e já não há lugares (um muito muito obrigado às meninas, mesmo.). ri-me da discussão que tivemos de uma ponta à outra da fnac. Do ar de amuado, que lhe passou logo, assim que começou. Da cara do João quando nos viu. Do teu ataque de riso quando ele estava a falar a serio e do safanão que te dei (ok, aqui tentei mesmo não rir haha). Das voltas que ele dá para não o conseguirmos acompanhar. De cada vez que adivinhamos o que se segue. Do mistério do nosso amigo João. Do Zé Zé camarinha, ou possível. Da teoria sobre os talentos do senhor e da cara de chocada dos dois. Da apresentação entusiasta e do ar do João. De como a conversa salta de cascais para paris e para Macau. E do ‘O João é um bacano!’.

Eu perdi a respiração, na palma e a mão, porque sim. Na prenda de natal, porque foi mesmo bonito :). Quando disse que a maioria de nós só veria para o ano (não raciocinei logo que Dezembro já cá está, está bem? Pareceu-me imenso tempo, haha). Quando nos basta olhar uma para a outra para saber e sentir. Quando eu me estava a rir da história do Zé Zé e a mandar vir com alguém e me agarram o braço. E eras tu. E eu olho para a fila e depois para ti, e percebeste o meu ar de ‘como?’, ris-te e dás-me um abraço. Perdi a respiração quando depois de analisares seriamente o caso ‘faz-se bem’ me saiu com um ‘aí é que te fartavas’ e me respondes com um ‘não Ana, não!’ com uma cara super seria para me fazeres acreditar mesmo e te dei outro abraço. Perco a respiração porque acho que vocês deram um pulo em actuações ao vivo. Acho mesmo que estão com uma garra diferente, cada vez melhor. E é giro. Parece que vos vejo crescer e é mesmo muito bom. Fico mesmo contente. (e porque te adoro. mesmo. e é inexplicável.)

E no caos em que está a minha vida, eu aqui consigo ser mesmo feliz. E isso é que vale (e vale muito.)

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