‘ohh ohh! Mas gravas não?! E vamo-nos vendo, não é?!’ ‘Sim, claro que sim. Sempre!!’
Ninguém percebe, eu acho. E percebo, porque a verdade é que, muitas vezes, nem eu percebo. Mas sinto, e é tão bom. É a velha historia que tanto defendemos ‘só quem sente é que sabe!’. Não vou mentir, vou sempre à espera de qualquer coisa. E ele faz com que a fasquia seja alta. Mas pelos vistos ainda não sei esperar à altura dele. Supera-se sempre. Desarma-me num segundo. E depois eu perco-me. Desoriento-me. E só digo o que não devo. E a culpa é dele. Toda. Ninguém o manda ter um coração, assim, sem medida.
Ninguém percebe, o orgulho. O valor que tem. O ser mutuo. Verdadeiro. E por não se ganhar nada, acaba por se ganhar tudo. Tudo o que o coração sente. Tudo o que o faz tão cheio, de tudo o que há de bom. E ainda lhe digo ‘obrigado’, mas chateia-me ter noção que mil ‘obrigados’ não chegam! Adoro-o, e ele sabe. Eu sei que sim. E espero que isso consiga agradecer um pouco, do tanto que ele é. Espero mesmo.
Subscrevo as tuas palavras.
ResponderEliminarAdorei este texto sentido como sempre. Sò poderia ser teu.
Beijinho