segunda-feira, 30 de dezembro de 2013


‘há dois tipos de dor: a dor que te magoa e a dor que te muda.’

Acabei de ler isto e só consigo pensar que não concordo nada. A dor é só uma. E dói. Magoa. E quase sempre, muito. Mas nós é que decidimos se queremos viver afundados na dor. Eternamente magoados e sofridos. Ou se aprendemos a fazer dela um degrau, que nos torna mais fortes, mais bonitos e, até, mais agradáveis. (às vezes mais para nós mesmos, do que para os outros, que nem se apercebem de quão grande e bom este crescimento acaba por ser.) Uma decisão.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013


A desilusão nunca é só má. A verdade é que revela, sem cautela, tudo o que nós nunca quereríamos, mas precisamos tanto, saber. Sobre nós. E sobre os outros.

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013


quanto melhor queres ser, te esforças por ser, mais e maiores defeitos descobres que tens.

domingo, 22 de dezembro de 2013

!!!


‘Deus não escreve certo por linhas tortas, por não compactuar com coisas erradas. Primeiro Ele endireita a linha, para só depois usá-la.’

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

preços.


Há três pessoas essenciais da minha vida, que vão sempre ter um peso gigante naquilo que sou ou irei ser: uma foi o meu pai e as outras duas são a minha mãe e o meu tio.

É óbvio que os amo mas, para lá disso, juro que são grandes exemplos. Têm histórias de vida incríveis. Inspiradoras. E eu podia estar horas aqui a conta-las!

São pessoas com qualidades maravilhosas e arrebatadoras! Mas também, com um milhão de defeitos! Quis Deus que eu herdasse os piores defeitos de cada um. Podiam ter sido as qualidades :) mas não! (até os dedos tão feios e o remoinho tão chato do meu pai, não falham…). Se eu sou um bicho feio, a culpa não é propriamente minha. E se for este o preço a pagar para eles fazerem parte de mim, vale a pena. Sempre. Serei sempre uma grande privilegiada.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

uma questão de 'jeitos'...


Aquelas pessoas que te querem sempre pronta e ‘a postos’ quando precisam de ti, mas com as quais nunca podes contar quando és tu a precisar. Não é por mal. Nunca lhes ‘dá jeito’.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

para o natal...


Anéis. Ando viciada em anéis. E não sou esquisita, desde que sejam simples e bonitos, venham eles! E o pior de tudo, é que são 10 dedos! 10 dedos?! Dão para muita coisa!!! Gosto destes, da pandora, o que só pode ser um castigo, já que, sempre detestei as pulseiras com as suas pecinhas e todas as merdinhas! Agora, toma! Rendi-me aos anéis.





 

Uns cheques prenda da Blanco!!!, da Zara, da Sephora e da Mac eram coisas para se gastar num instante!

Não se dizia que não a uns bilhetinhos para os Silence 4, Beyoncé e RIR…

Um ipad, que é daquelas coisas que tenho vontade de ter, mas à qual ainda não me dediquei porque é um capricho! Não me faz a mínima falta! Mas gostava…

Pai Natal, estás aí? Gostas aqui do blog? E de mim? Até sou fofinha. E como nem te quero dar trabalho, se for mais fácil mandares-me só a chave do euromilhões, também serve! Juro que trato bem dele! É que, para não te maçar, nem falámos em viagens… Assim, eu, fofinha, resolvia tudo… :)

Com muito amor,

****

 

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

as mães são a melhor coisa!!! :)


Há uns dois anos, por esta altura, meti na cabeça que tinha que comprar (mais) um casaco quentinho. Estava apalavrada uma viagem mais fria e eu achava que me ia dar mesmo jeito (e, de facto, tem dado, mesmo sem a tal viagem!). Não o procurei, mas logo o encontrei! Eu sou ótima a encontrar coisas giras nas compras. E não, isto, não é nada bom… A minha mãe não achou nada que fosse preciso e vestiu-mo muito muito contrariada. Lembro-me bem de me dizer: ‘Ai Ana, não é nada de especial! Não leves! Não que te fique mal, mas também não é propriamente bonito… ‘ e por aí! Sou teimosa. Gostei e trouxe. Hoje vesti-o e ela apertou-mo. Quando acabou, desabafou: ‘Este casaco é mesmo giro. Tem um corte bonito! Foi uma bela compra!’. O que me ri!

Mãezinha, és a melhor do mundo! Mas, é por estas e por outras que eu não acredito sempre SEMPRE em ti! :p

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

sábado, 7 de dezembro de 2013

é tão dificil fazer-me feliz...

CONSEGUI pintar (razoavelmente bem) as unhas de rosa choque!!! Já ganhei o mês!!! Sim-eu-sei-que-daqui-a-uns-quatro-dias-já-estarão-uma-desgraça-mas-para-mim-costuma-ser-uma-missão-impossível-deixem-me-lá viver-deixem-me-ser-feliz-é-bué-fixe!

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

compensação.


As pessoas têm muito a ideia, inconsciente, de que quando erram, têm uma atitude menos correta, ou, às vezes mesmo má, para com alguém, duas, ou porque não três, atitudes boas, resolvem a situação. Ou pelo menos, remedeiam. A consciência, se não ficou limpa, ficou decerto, mais descansada. E pronto. Basta. Segue-se em frente. Até porque a pessoa nem reclama. Pergunto-me, tantas vezes, onde é que isto se aprende. Uma atitude má, não deixa, simplesmente, de existir, porque depois dela, vieram outras quantas boas. Por melhores que sejam. Não há uma compensação. Ou substituição. As coisas não desaparecem. Até porque as atitudes definem-nos. Não só aas boas. As más também. E não faz mal agir mal. Errar faz parte da natureza humana. Todos os dias. E se uma atitude má pode dizer muito de quem somos, a atitude que tomamos a seguir dirá, sempre, mil vezes mais. E agora vem a palavra ‘desculpa’ que tem um uso ‘bipolar’. Ou é ignorada e banida do dicionário. Ou é banalizada. Para mim, ‘desculpa’ é das palavras mais importantes. Tanto por causar uma ferida insuportável, mas sempre tão essencial, no orgulho; como por nos libertar de tanta coisa. Mas só funciona com sentido. E esse sentido, será sempre a melhor compensação que podemos pedir e ter.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

pérolas a porcos. diferenças.


Os opostos atraem-se. As diferenças não. As diferenças repelem-se. Podemos tentar ignora-las. Conviver, bem, com elas. Manobra-las. Podemos até respeitá-las. Mas quando elas são frocais (tipo, caracter, princípios...), repelem-se. E há um dia, em que dão um grito. Que fica a fazer um eco na tua cabeça. E se torna insuportável. Que as torna insuportáveis. (Intoleráveis.) E, de repente, percebes que andas-te muito tempo, demasiado tempo, a deitar perolas a porcos. Só isso.

(não se preocupem se não fizer sentido. Acredito que não faça. Mas faz. Só na minha cabeça. Provavelmente…)

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

a estranha.


Tenho um milhão de problemas que, qualquer pessoa dita normal, não faz ideia que possa existir. Um milhão. Ou mais. Mas nunca me dramatizo. Nunca o fiz. Tenho momentos de raiva e em que me apetece mandar tudo à merda. À grande. Mas são momentos. Minutos. Que logo passam. Mas depois, sou a pessoa que se emociona com programas-idiotas-de-televisão-que-nunca-ensinaram-nada-a-ninguém. Que fica de coração desfeito quando vê um vídeo de uns animais a abandonarem um cãozinho no meio da estrada que fica angustiosamente desesperado (há pessoas que só são pessoas porque um dia se mascararam daquilo). E ainda que fica destroçada quando vê um rapaz a pedir no meio da rua a tremer de frio como nunca vi ninguém tremer, com um universo à sua volta assustadoramente indiferente (e reclamo com Deus por um euromilhões. Tenho desejos fúteis, intermináveis. Mas as necessidades assustam-me. Gostava de mudar o mundo. Todo não, que é muito. Mas o que me está à mão. Um dia. Um dia, mudo) . Devo ter um problema a mais, na cabeça, para juntar aos outros todos, não? A vida é estranha. Ou então. A estranha. Sou eu.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013


Pelo que dizem, sou ótima conselheira. Deixo sempre as pessoas mais calmas e aliviadas. Já eu, na minha vida, tomo sempre as decisões mais estúpidas e imaturas. Se calhar precisava de uma Ana que me aconselhasse. Ou alguém que me desse um estalo de vez em quando.

segunda-feira, 4 de novembro de 2013


Quem te ama não te falha. Não é perfeito nem vai ser. Mas não te falha. Nunca.

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Se acreditasse na sorte diria que sou uma sortuda.


Como só acredito em Deus agradeço-lhe todos os dias pelo privilégio.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

problemas de (muito) sono


Há quem sofra de insónias e há quem sofra de um sono que se encontra sempre na almofada mais próxima. (segundas!)

sexta-feira, 11 de outubro de 2013


Arrumar uma casa antiga é como desarrumar um coração inteiro.

terça-feira, 8 de outubro de 2013

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

(a teoria d)o perdão.



Eram praticamente 5 da manhã e, eu juro que já não faço ideia do que nos deu e de como fomos lá parar, certo é que começámos a falar de perdão. Para elas, nem havia discussão, há coisas imperdoáveis e, quanto a isso, não há margem para dúvidas. Já eu, penso exatamente o contrário. Para mim, tudo pode ser, e é, perdoável. Eu percebo-as bem. Até há muito pouco tempo pensava precisamente como elas e custou-me muito perceber que o contrário é possível. Não é difícil. E é o melhor. O que nos faz melhor. Mas, assim como não é nada fácil entender, também é tão difícil explicar. Acho que o grande problema é perceber que ‘perdoar não é esquecer’. Uma coisa é perdoar, outra é ser otária. E uma, não implica a outra. Todos erramos. Vamos errar sempre. E por isso, toda a gente merece novas oportunidades (varias, sim). Mas há que dar sempre muito valor, a quem as dá e à oportunidade de as ter. Agora, não se pode querer e esperar ter uma nova oportunidade todos os dias. É aqui que entra o nosso amor e, sobretudo, o respeito próprio. Há quem erre, se arrependa e aprenda com cada erro. Mas também há quem nunca mude e quem nos vá sempre magoar e desiludir. Cabe-nos a nós ter o discernimento de perceber quem, a dada altura, já nos faz mais mal, que bem. E às vezes afastarmo-nos, radicalmente, por mais que doa, e o natural é doer muito, é o que nos liberta. Mas lá está, este afastamento inclui o perdão. E aqui aparece o outro grande problema e que, normalmente, lixa tudo: a mágoa! As pessoas adoram guardar mágoas e alimentá-las. Às vezes a relação com as pessoas nem se altera mas, a mágoa existe e vai ficando guardada. Vai ficando e vai crescendo. E isto acontece porque se cria a ilusão que ao alimentar a mágoa se está a castigar o outro. Quando, o mais certo é a outra pessoa não ter a mais pequena noção e viver sem o mínimo peso na consciência. Conclusão: a mágoa só mói, corrói e estraga quem a tem, a sente e guarda. Deve ter sido mais ou menos aqui, que me disseram: ‘Então mas, se te afastas, não perdoaste!’. Para perdoar, eu não preciso de me sujeitar a tudo. Afastar-me da pessoa, não implica ter que a odiar para o resto dos meus dias. Posso fazê-lo sem ressentimentos. Também não preciso de continuar a morrer de amores. Posso só simpatizar, até gostar. Posso, e devo!, respeitá-las e desejar-lhes sempre o melhor. E assim, vivo e sou, muito melhor. A sério.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

do que digo quando não devia e do que devia escrever e não escrevo...


Se eu falasse tão bem como escrevo, além de fazer um figurão, poupava-me a tantos constrangimentos (figuras tristes, vá)…

Era isso e era a minha cabeça ter um digitador (se é que isso existe??) que fosse anotando algumas ideias que me vão passando por lá e que ficavam tão bem escritas. Mas depois vou-me esquecendo ou parecem-me grandes demais e não arranjo paciência para as escrever (preguiça, aqui. Muita.). Um digitador. Ou algo que o valha. Dava um jeitão.

terça-feira, 1 de outubro de 2013


Tenho vivido com migalhas de felicidade. Não me queixo. Podia. Mas dou muito valor a cada uma. Acho é que já merecia um pão inteiro. Com muito miolo e uma côdea (fininha, vá). Ao menos uma carcaça… :)

(as migalhas e o pão pareceu-me mais bonito mas, podia muito bem ser um hambúrguer a passar a uma picanha grelhadinha, sei lá… :p)

sábado, 28 de setembro de 2013

passa?


Aquela sensação de que uma palavra pode destruir o que levou anos a construir. Só me apetece esconder. Bater com a cabeça na parede. Colar a boca. Sei lá. Qualquer coisa.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

dos meus desabafos...


As minhas amigas adoram cobrar-me que nunca desabafo, nunca lhes conto nada e elas contam-me tudo blábláblá. Têm toda a razão. Detesto falar de mim. Falo muito pouco. Mas não é por falta de confiança e o rol das outras mil coisas que adoram inventar. É porque vocês não entendem! Por mais que queiram ajudar, e eu sei que querem, não entendem. Não têm sequer noção. E dizem que é uma estupidez, que não tenho razão nenhuma e começa toda uma descrição que me veste de collants, cuecas de licra e uma capa nas costas, qual super-heroína. E a chave de ouro é sempre ‘és um exemplo!’. Está bem! Que bom! Mas então eu pergunto: ‘sou um exemplo de quê?’ e pronto, engasgam-se todas. Parece que, no fundo, já têm toda uma resposta formatizada, sem justificação. Gosto muito de vocês. Preciso de vocês. E confio em vocês. E agradeço-vos, sempre, por tudo, que é muita coisa. Mas eu resolvo-me melhor sozinha. Sempre foi assim.E fico bem. A serio, fico.

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

aleatória.


O teu maior erro foi a certeza de que, quando quisesses, terias sempre para onde voltar.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

certezas...


Posso ter saudades vossas. Muitas, até. Mas não vou morrer de saudades. Ninguém morre. E das poucas certezas que tenho, é que não vos quero mais na minha vida. Por respeito a mim, coisa que vocês nunca souberam ter e, para não perder o pouco respeito que ainda vos tenho. O que fui um dia com cada uma, não volta a ser. Porque não quero e, sobretudo, porque mereço mais.

sexta-feira, 9 de agosto de 2013


‘eu quero ser amigo da Ana para sempre!!! Essa força…’

Haja alguém! De acordo com os últimos acontecimentos, não deve haver muita gente que pense assim. Eu devo ser muito ruimzinha para os outros. Mas já passei por tanta coisa que não é uma tempestadezinha, com mania que é superior, que me derruba. É preciso um furacão, e que seja jeitoso, se não, rapidamente me levanto. E pelo menos disso, da minha força, eu sei que me posso orgulhar.

segunda-feira, 24 de junho de 2013


Há um dia em que te apercebes que a única pessoa do mundo com quem podes contar és mesmo tu. E quando tu não és lá grande coisa… a coisa fica feia. Estás lixada.

quarta-feira, 5 de junho de 2013


Eu? Com certeza das piores pessoas do mundo. A mais inútil. A mais chata. A que deixa menos saudades. A que mais incomoda. E agora descobri que sou também a mais ingrata e que magoo-o as pessoas profundamente (pessoas essas que simplesmente me deixaram de falar, há seculos, sem a mínima razão aparente). O que vale é que ninguém me magoa… :) oh mundo, já me deitavas fora!

(isto é tao ridículo e irónico, que já perdi a capacidade de ficar triste. Descobri que cresci, amadureci ‘pra caraças’ e estou mais forte. Se calhar não sou a mesma. E isso deixa-me orgulhosa. Mesmo.)

quarta-feira, 15 de maio de 2013

do pior que me podem dizer...


‘mas tu tens tantos amigos…’

Enerva-me. Não, não tenho. Tenho poucos, muito poucos. E cada vez vou descobrindo que tenho menos. Sou é uma pessoa com quem as pessoas simpatizam facilmente. E tenho muita gente que gosta de mim. Tenho quem goste muito de mim. E as pessoas confundem-se. A sociedade de tão confusa já não entende. E esquece-se muito do respeito. E, para mim, começa muito mais pelo respeito. A amizade. Gostar não chega. A amizade é outra coisa.

segunda-feira, 6 de maio de 2013


Aprendi a gostar de pontos finais, por serem tão definitivos como libertadores.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

do que mais me faz feliz.


Fazer aqueles que amo felizes. Descobrir-lhe a data de aniversário e ir comprar-lhe uma lembrança, que acaba por ser uma prenda porque, quando se ama, nem o melhor é suficiente. Adoro ir à procura de algo para fazer alguém feliz. Corro tudo. Perco-me em mil e uma voltas, dúvidas e indecisões. Mas, dá-me mil vezes mais gozo ir comprar para dar, do que ir comprar para mim. Chegar e dar-lhe o abraço de sempre, que é nosso, e por entre sussurrar-lhe ‘parabéns!’. Ver o ar de espanto, o ‘como?’ e ter outro abraço. Estender-lhe a ‘lembrança’ e ver que não acreditava. Agora já sei que cara dar à felicidade. É aquela. A de uma criança sem idade, de olhos brilhantes e sorriso infinito. Aquela era a dela e também a minha. Eu sentia e sabia que era.

segunda-feira, 29 de abril de 2013


A pior coisa do mundo é depender de terceiros para viver. É a maior tortura que pode haver. E hoje, apetece-me muito chorar por isso. Mas é só hoje, amanhã passa.

(tenho que fazer um blog que 90% das pessoas              que conhecem este nem sonhem que exista, para poder escrever à vontade)

domingo, 28 de abril de 2013


Descobri que quando estou com dores faço cara de pokemon. E é isso.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Desapego.


Desprendi-me de ti e agora não sei se consigo fazer o caminho de volta…

domingo, 14 de abril de 2013

Maria.


Eu aposto que esta minha amiga é tudo isso e muito mais, e lembro-me sempre que esta minha amiga foi uma das únicas pessoas que no dia antes de vir para NY, pegou noutra amiga e se meteu num carro para ir a minha casa despedir-se de mim quando eu estava sem tempo para as ir ver. E lembro-me de quando peguei na mão desta minha amiga para acender um fzz fzz no primeiro concerto a que fomos juntas :)
Se há coisa que aprendi com esta minha amiga foi isso, que julgar sem dar o benefício da dúvida pode ser um erro brutal, porque quando se conhece alguém tão fantástico e inspirador como ela perde-se toda a capacidade de julgar seja o que for. Love you <3 font="">

Sabes o melhor de tudo? É que eu aprendi precisamente o mesmo contigo. Com medo que me julgasses, acabei por te julgar primeiro (isto assim nunca te tinha dito, mas é verdade) e depois tive que dar o braço a torcer, quando descobri que és rara, de tão especial e daquelas pessoas que se querem presentes pela vida fora (mesmo que seja de longe). E se eu sou fantástica, inspiradora e inteligente, tu, além disso tudo, também és corajosa. Fazes tudo parecer muito simples e natural, mas, no fundo, há aí muita coragem! E admiro-te por isso. :)

E claro que me fui despedir de ti! Ias-te lá embora sem eu te dar um abraço! :p o nosso momento do fzz fzz foi dos mais simples, genuínos e bonitos que tive na vida, e fica para sempre! Mas também me lembro da troca de olhares no Coliseu, do teu cuidado em Ponte de Sor e muitos outros. Nunca os esqueço. E sei que ainda vou ter muito mais para lembrar :)

‘Em toda a parte, onde quer que o sonho me leve, hei-de lembrar-me de ti’ isto veio-me à cabeça enquanto estava a escrever. Acho que faz sentido :) Love you!!!!! <3 font="">

terça-feira, 9 de abril de 2013

do que se ouve...


‘ olho para ela e vejo uma grande mulher. Mesmo que mais ninguém o veja. Se não fossem as limitações físicas que tem, ela chegava onde queria, onde quisesse, e ainda mais. Ela é uma grande mulher. É. Mas… tenho medo.’

Não tenhas, . Não sintas. Um dia chego lá e mais, ainda. :)

sexta-feira, 5 de abril de 2013

do que eu sou... #1




Sou muito isto. De extremos e definida. Sempre. ‘ou gosto muito ou não gosto’, nada. E asseguro que isto não é, necessariamente, bom. Mas também dou o braço a torcer. Às vezes do ‘gostar muito’, passo ao ‘não gostar nada’ e outras vice-versa (e muitas são as vezes em que dou graças a Deus por ter mudado de ideias). Se digo que ‘gosto mais ou menos’, é mentira, pura boa educação. 99% das  vezes é porque não gosto, nada. Ao menos sou simples (?).

quarta-feira, 3 de abril de 2013

das faces da saudade...


# Tenho tantas saudades tuas, que nem me atrevo a dizê-lo em voz alta, para não perceber a dimensão que têm.

# Foste tão certeira que nem nas entrelinhas deixaste espaço para haver saudade.

terça-feira, 2 de abril de 2013


Aquilo que somos, não é o que fomos. O que um dia fomos, nunca vai voltar a ser. E eu juro que tenho muita pena.

terça-feira, 26 de março de 2013

amizade? onde?


Pedes um simples! favor a uma amiga, que vive a 20 minutos de ti, e recebes uma resposta séculos depois e cheia de ironia. (já disse que falarem-me com ironia é das piores coisas?!!)

Pedes um favor, digamos que ‘trabalhoso’, a uma amiga que vive a mais de 300 quilómetros de distância e a situação está resolvida em menos de 24 horas.

Agora se eu falasse do papel que cada uma teve/tem/devia ter na minha vida, a coisa ficava profundamente feia…

(qual a probabilidade de uma enfermeira ficar amiga de uma doente feia e careca? Quase nenhuma. A não ser que fossem as duas cúmplices, fãs da Mafalda :) um dia tenho que lhe agradecer por tantas pessoas maravilhosas que já pôs na minha vida, mesmo sem saber.)

sábado, 23 de março de 2013

nunca soube escrever sobre ti mas, isto quase podia ser meu...


Sonho sobre ti vezes sem conta. Mesmo quando estou acordada. Às vezes dou comigo na rua e de repente, do nada, vejo a tua silhueta a mover-se por entre as gentes. Ou então é o teu perfume de lavanda que me apanha desprevenida obrigando-me a fixar-me em alguém que acabou de passar rente a mim. A tua falta é tão permanente que os anos não lhe retiram nem força, nem dor.

É uma dor que vive comigo, encaixada dentro de mim e escondida. Mas sabes pai, tenho contigo longas conversas. Maiores do que as que tive enquanto vivias. Pergunto-te muitas vezes o que pensas de mim, daquilo em que me tornei, sei lá, coisas sem importância talvez. E o facto de já teres partido há tantos anos não me fez esquecer os teus traços, o teu sorriso pequeno, as tuas mãos perfeitas.

Perfeitas. Onde eu hoje queria estar, sabes pai, abraçada por ti e ouvir-te dizer, tudo vai correr bem. Quando sonhamos podemos imaginar tudo o que queremos. E eu imagino-me novamente ao teu lado a dizer-te tudo aquilo que não tive tempo.

A vida é tão estranha, como estranha é esta saudade permanente de ti, esta imensa solidão que nunca vai desaparecer. Mas todos os dias as gaivotas rondam a minha janela e como sempre, é contigo que falo quando lhes digo adeus.

Luísa Castel-Branco

sexta-feira, 22 de março de 2013

pre-conceito.


As pessoas que me tratam como uma atrasadinha por eu ter paralisia cerebral deviam bater com o dedo mindinho numa esquina qualquer, assim, só para ver se acordam. (muito má?)

O pior é que eu depois transformo-me num bicho mau e feio. Irrito-me. (primeiro com os outros e depois, claro, com a minha reação.)

Mas ‘isso’ foi de nascença ou ‘foi-te dando’? É que ‘pareces’ tão normal…

Pareço. Na realidade sou bastante e uma perfeita anormal. Desculpem. (:

segunda-feira, 11 de março de 2013


Há alturas em que tenho a certeza de que, uma má atitude é melhor que nenhuma. Perante uma má atitude poderá haver sempre uma justificação, um pedido de desculpas que, quando sincero (e por vezes, mesmo não sendo), dificilmente não será aceite. Já quando nada é feito, não há, simplesmente, nada a ser dito. E o silêncio… o silêncio pode ser tão aterrorizantemente definitivo.

sábado, 9 de março de 2013


Às vezes chego à conclusão de que nada do que é grande e complexo dura para sempre. Já nas coisas simples e frágeis, encontra-se por vezes uma eternidade e segurança, que julgávamos já não existir em lado nenhum.

quarta-feira, 6 de março de 2013

ok, a foto não é a melhor mas...


Tenho tantas saudades destes tempos. Do início. De os ter juntos. Dos primeiros abraços. Das primeiras longas esperas (e de acharem tanta piada). De nos rirmos juntos. (de andar sempre a pânicar porque os concertos eram sempre em vésperas de testes super importantes. Eu? Uma irresponsável! :p) é claro que hoje em dia ser a Aninhas ou a Anocas é especial, mas o início foi tao bom. Se me pudessem dar uma hora de Lado a Lado acho que voltava a este dia, em Cascais.

Tirar esta foto foi do mais ternurento…