quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

sem palavras, sempre.


‘no que pudermos ajudar, diz, gostávamos muito de te ter lá,’

Nunca sei muito bem onde caber quando pessoas tão importantes e especiais me mostram, assim, que importo. Acho sempre que não mereço. Pelo menos, tanto. E é, sempre, das melhores coisas do mundo!

sábado, 1 de dezembro de 2012

os meus J.s enchem-me de mimos...


… e eu adoro! :)

‘não há ninguém como tu, tão diferente.’

Se se conhecessem, ia apostar que isto era sobre ti.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

nada a ver. só porque perguntas-te...


Se fosse cá, íamos já lá. Juro! Sítios bonitos, só para partilhar com quem ainda é mais bonito ainda.

(e depois havia o Tequilla em frente, onde o Alfredo já me chamava Anita e onde era bem capaz de ficar obesa! E os mojitos!

E o lobby, onde só passava musica brasileira, quando ali, nada tinha a ver com o Brasil. E o que isso me intrigava, mas gostava.)

sábado, 24 de novembro de 2012


Ainda bem que vos tenho a vocês nesta altura, em que parece que não tenho mais ninguém. Agradeço todos os dias a Deus e vou agradecer para sempre por vos ter na minha vida. Porque foi ele que nos cruzou no caminho. Não há dúvida pela maneira como caímos na vida uns dos outros, que foi ele. Até porque nada disto é muito normal nem, digamos que, ‘aconselhável’. Mas que se lixe, não é? Há laços que são para uma vida inteira e que vão muito para além de nós. Sabem quando olhamos para os olhos de alguém e vemos amor puro? Não interessa se é gigantesco ou mínimo. Está lá. Sempre. Sempre que vos olho nos olhos. E não há nada que se compare. Porque são vocês que estão lá, quando quem diz que vai estar, nunca está. E são vocês que me dão os (melhores) beijinhos e abraços, de que tanto tenho precisado. Porque vos quero na minha vida seja de que maneira e a que distancia for. Porque quero muito, um dia, voltar lá, com vocês. Aquela terra que fala connosco, nos ensina. E nos prendeu. Porque quero realizar o meu sonho, que é vosso. E ser feliz por isso. Com vocês.

terça-feira, 17 de julho de 2012

terça-feira, 10 de julho de 2012

Porque o mais importante e a nossa prioridade temos que ser nós mesmos. E cada vez que nos esquecemos disto, menos os outros se lembram de nós, porque escondemos mais as nossas qualidades. Que são tantas! Não é fácil, mas temos que aprender que a nossa felicidade vem de dentro e depende, em primeiro lugar, de nós mesmos. Só depois podemos e conseguimos permitir que alguém nos faça mais feliz. Constantemente. Sempre mais um bocadinho. E são estas pessoas que devemos priorizar. E faze-las também, sempre mais felizes.


segunda-feira, 9 de julho de 2012


Os amigos são aqueles que se preocupam todos os dias um bocadinho contigo. Todos os outros, não passam de meros espectadores do desenrolar da tua vida. Pouco importam.

Um dia vão perguntar-me por saudades e eu vou-me rir. Vocês vão achar injusto e eu vou-me rir, outra vez, mais um bocadinho.

segunda-feira, 28 de maio de 2012


Ou se é especial, ou não se é. Não é algo que se finja ou se estude. Porque quando se é especial, tudo o que dessas pessoas parte, também o é. É genuíno e intrínseco. E vale a pena. Vale tudo. É simples. E é a magia dessa simplicidade que nos molda o coração e o faz grande. Do tamanho do mundo. Deste, ou de outros desconhecidos mas bonitos, que possam estar por aí perdidos. E é tanto o que se recebe, que só se quer dar. E tudo o que se dá, parece pouco. Ou nada. Há pessoas especiais, e não há ninguém como elas.

domingo, 27 de maio de 2012

porque sim.


‘tu gostas é de miminhos…’

Pois gosto. Não há nada melhor no mundo do que um abraço de quem gosta de ti sem restrições. Sem respostas a porquês, simplesmente desnecessárias. E o melhor é que isso, de tão raro, quase já não existe. Só assim, com pessoas abençoadas. E é muito bom ter-vos por perto. Assim, tão perto. Como ela disse, tanto pedi… :) é muito bom ter para onde correr (e eu vou correr tantas vezes para vocês, mesmo que não diga nada…). É muito bom ter alguém com quem falar que não nos julgue. Não se limite a passar-nos a mão pela cabeça. Mas nos entenda. E eu acho, sinceramente, que quase não tenho ninguém assim. E vocês são muito mais que isso. É muito bom ter quem lute connosco, como nós sabemos que se luta. E vocês ensinam-me sempre, um bocadinho como se faz. É muito bom ter alguém de quem se gosta tanto tanto tanto tanto tanto, como eu gosto de vocês. E eu não gosto assim de muita gente :)

Ps- só tenho medo do dia em que tiverem que ir. E ainda agora chegaram…

terça-feira, 8 de maio de 2012


Já não me lembrava como é escrever coisas para teatro. Ainda que simples e pequeninas. E é muito bom. Dá mesmo gozo. Já não o fazia há tantos anos. Descobri que tinha saudades. E que o tenho que fazer mais vezes. É mesmo giro. E agora, vai ser no mínimo divertido :)

quinta-feira, 3 de maio de 2012

e as fitas que devia estar a escrever?


‘errar é humano.’ Mas não devia. Às vezes errar pode mesmo ser desumano para com quem se erra. E não me venham dizer que se cresce e aprende sempre, isso a mim não me consola. Detesto, odeio errar. Odeio ser impulsiva. Sim, porque em 100 vezes que erre, 98 errei porque fui impulsiva. Aquilo de que falam do ‘pensar e depois agir’ é fácil de perceber, mas tão difícil de interiorizar e praticar. Ando a aprender. A tentar praticar, juro que sim. Porque me irrito, até torturo depois. Sou impossível comigo mesma. Não suporto saber que errei não pelo que fiz, porque muitas vezes até tenho razão, mas pela maneira como o fiz (e puf, lá se foi a razão). Não sou nada ponderada. E se exijo e espero muito dos outros, a verdade é que também gosto de (me) dar. E detesto falhar nisso. Detesto desiludir e nem consigo pensar em magoar. Mas faço-o. Às vezes, é verdade que sim.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

genial.






E sim, este ‘Jesus’ pode ser muito familiar. :)

terça-feira, 24 de abril de 2012

facto.


Eu devia ter nascido em NY ou no RJ. Não entendo este desastre geográfico onde me largaram. (só me iam fazer falta lisboa e sintra. Muita,. vá)

sexta-feira, 30 de março de 2012


Não acredito em sentimentos com intervalos. Amor sem respeito. Nem em respeito com interrupções.


segunda-feira, 12 de março de 2012


Uma menina tem um tesouro. Que é um mundo. Esse tesouro é um segredo. Dela. Um mundo. Dela. Só dela. É o quarto. Só dela. E ela tem medo que lhe descubram o segredo. Porque ali ela pode ser. Ela. Feliz, tão feliz. Ou triste, muito triste. Sem ninguém perguntar ou apressar. Sorrir, rir e gargalhar. E sofrer a chorar. Pode acreditar ou duvidar. E acreditar a duvidar. Ou sem duvidar. Pode sonhar e projectar. Pode até realizar. Ali pode até esquecer a realidade de fora. Não tem que se preocupar com a calmaria levada pela tempestade. Nem tem que ser princesa ou guerreira. Pode apenas ser alguém. Pode ser livre e voar sem que lhe agarrem as asas. Ali, é só ela. Não precisa de mais ninguém. Não tem que lidar com a falsidade que sufoca a verdade. Com o egoísmo que ataca a espontaneidade dos gestos, capaz de acabar com os sentidos. Com a ausência que mata qualquer resto bom de saudade. Não tem que ser dura para esconder toda a fragilidade. Não tem que confiar para perder, nem de dar para receber (porque no fundo, às tantas só se dá.). Ela sabe que no seu cantinho ou fora dele, só pode contar com o que tem ali. Que a fragilidade sempre acaba quando o furacão se aproxima. Que a falsidade e o egoísmo sempre acabam sós. Que se a ausência magoa tanto que mata a saudade é porque a presença nunca foi real. Que é preciso perder para saber ganhar. Que é bom dar. Dar sempre e ter o que dar, é o melhor de tudo. Que é preciso viver. Saber viver todas as coisas. Um dia a vida sorri. Nós fazemos com que sorria.


sábado, 3 de março de 2012



Tenho muitas muitas saudades da tua amizade, mas tenho muito menos saudades tuas. Parece contraditório, mas é verdade.


quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

contigo.


Dá-me a mão. Preciso de ti. Dá-me as duas mãos. Ampara-me. Dá-me estabilidade. Faz com que o teu equilíbrio compense a deficiência do meu. Sinto-me cega. Às escuras. E no escuro só há vento e de nada me serve o chão se não existem os pontos fixos para me trazerem o equilíbrio. Dá-me a tua mão. Sê o meu ponto fixo. Deixa-me caminhar até ti. Orientada por ti. Orienta-me. E então sê a minha luz. Continuo às cegas. Continuo às cegas. Como se na minha visão estivesse apenas um estore fechado com pequenas fendas. Micro-peças de um grande puzzle, que até já está montado. Apenas se encontra à distância de uma janela que estando perto, é tão difícil de chegar. Levanta o estore e abre a janela. Faz-me ver o puzzle inteiro. Ou guia-me e deixa-me chegar. Deixa-me lutar. Oh meu deus, eu quero tanto lutar! Deixa-me. Ensina-me. Mostra-me. Porque eu sei que depois dessa janela, a dos estores corridos e fechados, está uma paisagem. Perfeita. Preparada para mim. E mais ninguém pode chegar. Só eu. Tenho que chegar e faze-la minha. E chegar contigo. Aliás, chegar a ti primeiro. Não te peço que seja fácil. Dá-me armas, se quiseres, e faz-me lutar. Mas faz-me chegar. Chega comigo. Fica comigo. Ou melhor, faz-me ficar. Contigo.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012


Sou a pessoa mais forte e corajosa que conheço.

(e pensem lá à vontade que sou convencida. A verdade é que ninguém sabe. Nada.)

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012


Como se ama quem nunca te amou? Como respeitar quem nunca te respeitou? Como perdoar essa falta de amor e respeito? É tão difícil. É tão difícil quando existem tantos pré-conceitos que nos dizem e mostram que devemos dar tudo aos nossos. Mas como se dá a quem nada te deu? Como dar carinho a quem nunca te deu colo e de onde só conheceste rispidez e arrogância? Como respeitar quem sempre suspeitaste te desprezar? Quem sempre te atirou à cara as tuas dificuldades e impossibilidades? Chamem-me a pior pessoa do mundo, eu muitas vezes sinto que o sou, mas eu não consigo. E se, se deve respeitar e acarinhar, eu só consigo ser cordial, o que nem sempre é fácil. E muitas vezes ríspida, o que me magoa mais a mim do que a qualquer outra pessoa. Porque eu não sou assim, nem gosto. Porque por maiores que sejam os laços que nos unem, os laços afectivos não são nenhuns. Não existem. E tudo o que nos une, no fim, não passa da distancia abismal que nos separa.


quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

motivação.


Motivação. Estão sem motivação e vêm-me dizer isso com essa lata, sabendo por tudo o que passo? Não têm motivação para estudar, porque sim. Não têm motivação para lutar pelo futuro com que sempre sonharam porque é arriscado demais. Deixar tudo para trás. Deixar a casinha dos papás. Ou a comidinha que fazem e até passam, só custa a engolir. Deixar o colinho de tanta gente e de tanta coisa que faz o vosso mundo. E faz medo deixar assim, coisas demais. E então deixam-se antes os sonhos. Pois, ‘tá claro! Porque é mais fácil ficar pela (falsa) segurança que o país nos dá, que é nenhuma, do que arriscar! Porque até é mais fácil ficar em casa a ver a vida passar, do que correr riscos. Está certo. E porque são tantos os medos, que vos falha a motivação. Óbvio, então. O facto de terem uma vida inteira pela frente. Uma vida inteira que podem viver em pleno, sem restrições. Sem ter à partida nada que vos prenda, não é motivação suficiente. Não chega. Pois. Ora, não me lixem. Nem me gozem! Às vezes parece que essa vida tão despreocupada e desregrada vos incapacitou e encurtou horizontes. Parece que vos faltou problemas para resolver, e não falo de equações matemáticas. E agora, qualquer indício de sofrimento vos aterroriza. Nem se permitem a senti-lo, mesmo que suspeitem, vir a ser, mais à frente, para vosso benefício. Não são capazes de investir no desconhecido, mesmo que seja apenas para o vosso próprio bem. Não vos falta motivação, falta-vos coragem. Não vos falta motivação, sobra-vos cobardia. A motivação, a vossa, está aí, em todos esses sonhos que eu sei que ainda têm. Portanto, não a dêem como desculpa. Não me gozem!


(e se algum de vocês ler isto, não me mate, que eu sei que também tenho a minha cota parte de culpa em tudo isto.)

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

felicidade.


Não acredito que a felicidade seja feita de momentos. Não acredito que algo tão essencial possa ser tão efémero, vulnerável e selectivo. Acredito sim que a real felicidade tem que ter grandes e fortes raízes. Tem que ser construída e edificada sob uma base sólida. Não acredito numa felicidade plena (essa sim cinge-se a momentos), mas acredito numa felicidade permanente. Na verdade, não há vidas perfeitas e todos temos problemas. Uns maiores, outros menores. Na verdade, todos somos frágeis. Não acredito em vidas sem problemas. Acredito que a felicidade se pode tratar de uma relação entre problemas e fragilidade. Ou entre força e superação. Pontos de vista. Lá está, depende tudo de pontos de vista. Acredito que existe uma força que permita a existência de uma felicidade permanente. Acreditando que a felicidade é feita de momentos, eu acredito que os bons superam sempre os maus. E sim, obvio, não é tão fácil assim. Somos nós que permitimos, ou não. É a nossa força. É tudo o que somos e trazemos por dentro que o permite. É sermos mais. Porque tudo o que é mau e negativo, é menos. Tem que ser menos do que somos nós. Não nos pode superar e muito menos apagar. E a nossa felicidade é o que somos. Maior ou menor, a nossa felicidade define quem somos. E acredito que todos queremos ser mais. E felizes. E plenos. Por isso temos que a agarrar, a felicidade. E correr. E lutar. E permanecer. Temos que aprender. A ser fortes, sempre. A superar, sempre. A acreditar, sempre. E a acreditar ainda mais quando parece não haver razões. Nesses segundos. Sim, porque esses momentos só podem levar segundos. E temos que crescer. E amadurecer e acreditar naquilo que somos, ou queremos ser. Traçar o caminho até onde queremos chegar. Temos que ser maduros, determinados. Ter um chão seguro. Temos que superar. Ser maiores e diferentes. Assim, um dia vamos descobrir que vamos de mãos dadas com a nossa felicidade permanente.


quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

procura por mim.

Procura por mim quando não tiveres por quem procurar e o grito de socorro for demasiado alto para ouvirem o teu sussurrar. Procura por mim quando a lágrima te cortar e o respirar te sufocar. Procura por mim quando não tiveres para onde correr, quando todo o mundo parecer esquecer. Quando não quiseres ver e ninguém entender. Quando quem tanto consideras não for quem esperas. Procura por mim quando inesperadamente encontrares a solidão de que tanto foges, bem aí, no teu coração. Quando aqueles a quem deste a mão te estenderem no chão. Procura por mim quando a insegurança que te faz andar em bicos de pés te fazer esquecer de tudo o que és. Quando te falharem todos e tudo o que pensaste ser teu, e te fazerem esquecer que há um Deus. Quando o sorriso mentir e todo um mundo ruir. Procura por mim quando o mundo estiver no seu lugar. Quando puder descansar. Quando a dependência acabar. Procura por mim quando o sol estiver forte a brilhar e o caminho for seguro para andar. Procura por mim quando sorrir e o mais simples me fizer rir. Quando me vires sonhar e alcançar. Quando me vires partir para todos os sítios onde tenho e quero ir. Mesmo que hoje me esqueças e uma vida inteira aconteça. Procura por mim. Porque eu vou estar sempre para ti, como nunca estiveste para mim. Eu vou sempre procurar por ti.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012


‘tenho tanto orgulho em ti.’

Às vezes pergunto-me se serei digna de ouvir estas coisas. Mesmo.


sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

para sempre.


‘Cada um começa a falar comigo como se não tivéssemos passado um único dia sem nos vermos.

Nada falha. Tudo dispara como se nos estivera – e está – na massa do sangue: a excitação de contar coisas e a alegria de partilhar ninharias; as risotas por piadas de há muito repetidas; as promessas de esperanças que estão há que décadas por realizar.

(…) O tempo não passa pela amizade. Mas a amizade passa pelo tempo. É preciso segurá-la enquanto ela há. ‘




quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

mundos.






É muito bom termos na nossa vida mundos só nossos, que só entende quem faz tão parte, e que, no fundo, nos protegem de tanta coisa e nos fazem tão bem, sem pensar nisso. Sem pensar em nada. é bom termos na nossa vida mundos que vão ser sempre o que agora são. E um orgulho muito grande. :)



segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

dar.

Não é segredo nenhum. A verdade é que acho que é um passo básico, que nos faria mais e melhores, mas que nos passa ao lado a maior parte do tempo e circunstâncias pelas quais passamos. Por melhores pessoas que sejamos, dificilmente, muito dificilmente somos capazes de fugir ao facto de a humanidade ser, no fundo, demasiado egocêntrica. E viramo-nos constantemente para nós e nem nos lembramos dos outros. De que seriamos muito melhores se tratássemos as pessoas, todas as pessoas, como gostaríamos de ser tratados. E temos todos consciência disto, mas como em tudo, é muito mais fácil a teoria que a pratica. Ou não fosse da nossa natureza o meter sempre em causa o porquê de termos que ter a iniciativa do primeiro passo, da primeira simpatia. Questionamos sempre o facto do outro não se chegar à frente. E, sem termos noção, ganhamos mesmo pequenos preconceitos quanto a isto. Até mesmo em casos de grandes empatias imediatas e sem razão. Temos sempre medo, não de dar mas, de dar demasiado e cair no ridículo, tudo porque desconhecemos a recepção e reacções de tal pessoa. O facto é que se não houver um primeiro passo, nunca saberemos se haverá algum. Se não nos dermos, sem reticências, dificilmente receberemos o melhor de alguém. E o melhor de quem deu, será sempre o melhor do mundo. E o melhor do que somos nós, será sempre o melhor que dermos. Se não nos dermos nunca conheceremos o melhor do mundo, o melhor de nós.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

O facebook faz com que as pessoas só se consigam expressar por ‘estados’. Sinceridade e frontalidade é que não há nenhuma. Mas pronto, devem achar fixe. Está bem. Crescer é que não.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

É incrível como perante os problemas as pessoas se revelam. E é incrível como tenho descoberto a sorte que tenho nas pessoas que me rodeiam. Comove-me e deixa-me orgulhosa. Orgulho-me de ter a capacidade de cultivar gente tão bonita à minha volta. Porque acho mesmo que é uma capacidade. E essas pessoas têm me ensinado tanto! Acho extraordinário como uma amizade verdadeira nada tem a ver com presença constante ou longevidade. A amizade verdadeira baseia-se sim, apenas em bondade, dádiva e, acima de todas as coisas, sinceridade. Sinceridade no que se é, no que se sente, no que se dá e em como se recebe. E não importa se o contacto é frequente, constante ou casual. Nem importa se passaram anos. Quando aquilo que une as pessoas tem por base sinceridade, tem-se tudo. E essa sinceridade sobrepõe-se a tudo, até ao tempo e à distância. E dá sentido. Um sentido que não se perde. E tudo isto agarra-me e não me deixa cair. Porque eu posso não agradecer tudo mas, tenho plena consciência de tudo o que fazem por mim e do quanto me dão. Tenho plena noção de que ser diferente e não tipicamente comum, não faz as coisas serem fáceis para vocês e, por isso, tudo o que fazem, tudo o que me dão se torna tão incrivelmente especial e importante. Ver nas vossas caras o orgulho desmedido ao invés da pena que, confesso, sempre me assustou. O acreditarem dessa maneira tão forte que faz com que não oiçam apenas, mas se envolvam. O ‘para o que precisares’, ‘mas o que é que não consegues?’. E, o mais importante, o de igual para igual. Obrigado por serem e estarem. Vocês dão-me vida. Mesmo.

Bora lá dar vida outra vez a este blog!! :)