sábado, 5 de novembro de 2011

Duvidaste de mim, e agora sou eu que não consigo acreditar em ti… não é irónico? (até tinhas razão. Quer dizer, não tinhas, mas eu conseguia compreender. Entendia. Mas perdeste tudo quando duvidaste no momento em que eu estava a ser tao sincera. Mesmo sincera. E eu podia permitir isto de muita gente, mesmo tanta gente. Não de ti. Não consigo dar a volta a isto, e juro que tenho tentado. Magoaste-me. Outra vez. Bolas. E-como-eu-detesto-a-magoa!)

domingo, 30 de outubro de 2011

j e j.

Tenho sempre a sensação que as pessoas, as que se fazem grandes cá dentro, me marcam e dão muito mais, do que o contrário. Do que eu, a elas. E por saber, ou sentir, tanto isto, fiquei mesmo nervosa com a possibilidade de o ver, ou até aos dois. Já passou mais de um ano, e está bem que a nossa despedida foi mesmo mesmo bonita, mas afinal, racionalmente, não é tanto assim aquilo que nos une. O tempo não foi muito, ainda que tenha sido tudo tão especial, por isso, no fundo o que nos liga resume-se a um carinho e compreensão quase imediatos e sem explicação, porque sim, foi assim. E por tudo isto, eu não conseguia imaginar um reencontro. Queria muito abraços, mas tinha medo de esperar demasiado e de dar demasiado também, porque eu sou (quase sempre, demasiadas vezes) muito assim. E era estranho porque, eu tinha a certeza que eles, pelo menos ele, andaria por ali, mas eles não teriam como saber que eu estava ali e o espaço, enorme!, e tanta tanta gente… era tão improvável que quando os vi nem quis acreditar. Nem houve palavras, só aquele ‘que saudades!!’ no meio do abraço. Às tantas, sinto agarrarem-me o braço e oiço um ‘Larga ela, também quero um abraço!!’ tinha tantas saudades, tantas!! E é incrível como cada abraço é um, e pode dizer tanto do que nos liga. Sempre. O abraço é o espelho de qualquer ‘relação-seja-de-que-tipo-for’ e eu adoro saber isto e sentir. É incrível ter pessoas que gostam tanto de nós porque sim, sem qualquer expectativa em troca e é incrível gostar tanto de pessoas assim. E não há palavras quando vês a felicidade nos olhos de alguém, só porque te viu, e tu sabes o quanto é recíproco. É incrível como se preocupam e dão concelhos com tanta força que nos enchem a alma. São incríveis. E eu gosto muito deles. E de ter pessoas genuinamente boas na minha vida.

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

cúmplicidade

















































‘Ai Lisboa estendida sobre o rio
Ai Lisboa de mil amores perdidos
Só de quem puder sentir
Que há um mar em ti escondido’



‘Seremos cúmplices o resto da vida’


sábado, 8 de outubro de 2011

de me ter lembrado...

Tenho-me lembrado de Cuba. Daquele dia que amanheceu lindo como os outros. Céu e mar daqueles azuis, incríveis. De estarmos na praia, já não sei a fazer o quê. Mas de estarmos juntos, todos. E, do nada, aparecer aquela nuvem, do mais preto que vi. De ficar frio, mesmo muito. De chuva e muitos e grandes relâmpagos. De estagnarmos. Hotel? É que não. Agua. Agua quentinha :) e tínhamos ondas. Só assim é que tínhamos ondas. E todos cobertos, só com a cabeça de fora, porque estava frio. E estávamos num paraíso. No nosso paraíso. Com o céu a abrir-se por cima de nós, por fendas iluminadas que rasgavam, com tamanha subtileza, aquele cinzento profundo. E era tamanho o frio e o calor, que se misturaram. E fizeram-nos livres. Livres e felizes. Fomos felizes porque fomos livres. Naturalmente livres. E felizes.



E meto-me a pensar em como a vida é tão assim. E os momentos também. Em como minguamos por dentro de cada vez que se trocam as voltas e nos deixam do avesso, ou pior que o avesso. De como nos esquecemos, que quase sempre, o avesso da vida nos faz crescer e de como isso é bom e importa. De como nos esquecemos de improvisar nos momentos improváveis, de os viver. E de que o caminho contrario não tem que nos arras(t)ar com algo que não nos pertence, mas pode sim, fazer-nos descobrir ainda mais fundo o que queremos. Viver e ser. E que nos pode fazer melhor. E felizes, de maneiras que nunca imaginamos. E havemos de chegar lá. Onde queríamos, ou a algo que descobrimos, nos entretanto, pelo caminho. Mas havemos de chegar lá. Naturalmente livres. E felizes.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Erras. Erras muito. E porque és muito nem sempre é fácil, às vezes é mesmo complicado seguir, tão forte como antes. Mas depois, falas com verdade, de todo o teu coração. Como mais ninguém faz. Mas depois, quando te dás, dás de todo o teu coração. Com uma simplicidade comovedora, de tão intuitivo. Como mais ninguém faz. E é aí que eu percebo porque é tão incondicional. Grande. Para sempre. (a cima dos erros. Bem a cima.)

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

A verdade, é que é muito mais fácil as pessoas gostarem/simpatizarem comigo à partida, do que eu com elas. E isto, pode tornar-se muito chato. Depois existem sempre dois tipos diferentes de pessoas: aquelas com quem eu embirro e aquelas de quem eu não gosto, logo de caras. Tenho a mania de julgar logo as pessoas, o que é um grande defeito, eu sei. Mas também me conheço bem o suficiente para lhes dar sempre algum benefício da dúvida (se bem que às vezes muito contrariada). E é muito raro haver novidades ou o funcionamento da coisa surpreender-me: quando não gosto de alguém, raramente isso se altera e mais cedo ou mesmo muito mais tarde, acabam sempre por surgir razoes a confirmarem a minha opinião. Já quando a pessoa até é simpática mas eu embirro com ela, as coisas acabam sempre por mudar. Por norma, pessoas com quem eu embirro muito acabam sempre por se tornar em pessoas de quem eu gosto muito, e até mesmo, nas mais e maiores amigas. E saber disto, quando se embirra com alguém é tão tão chato. Porque quando decides, é porque é para sempre e à letra: é para embirrar, muito e até ao fim. E depois quando a pessoa se torna extremamente simpática, querida, amorosa… e te dá completamente cabe da cabeça - ‘vai-te lixar!!! Eu já tinha decidido não gostar de ti, foda-se!!’ (entenda-se que eu nem sou de dizer asneiras.). pois!! E depois é uma luta, porque se há coisa que não é fácil eu fazer é dar o braço a torcer (e vai outro defeito). E resisto. E embirro, na maioria das vezes embirro ainda mais. E resisto. E esta luta é só na minha cabeça, não deixo transparecer. Pelo menos tento. E isto não é ser falsa, é ter noção que não posso julgar as pessoas por ‘embirranço’, sem razão. Porque quando há razoes, afasto-me e pronto, acabou. Mas quando não há, tento sempre ser o mais cordial, se há coisa com a qual não lido bem, é com a sensação de que fui má ou injusta. E depois é óbvio, há o período em que analiso a pessoa a cada momento, e a pessoa se vai saindo sempre bem, o que me irrita e faz resistir ainda mais. E a minha teimosia só se derruba com check-mattes. Quando não tenho saída. Quando a pessoa faz o ‘anormal’. Quando a pessoa, que é do mais improvável, está, quando mais ninguém está. Quando te diz o que mais ninguém consegue. O que, para ti, é impossível alguém saber. Acredito mesmo que estes ‘check-mattes’ fazem parte de um dos lados mais importantes e especiais da vida.


Existem também aquelas de quem gosto de imediato. São raríssimas, mas autenticas e dificilmente desiludem. O giro, é que estas marcam profundamente mas passam, as do ‘embirranço’ ficam, nem que seja sempre a embirrar. Fazem-te crescer e crescem contigo. No fim, dás-te conta que estas, que dão luta, é que valem a pena.


(as intermédias a isto tudo, porque há sempre intermédias, geralmente nunca interessam :p)

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

acreditas? Mas acreditas mesmo, sem qualquer dúvida? É que só assim. Só se acreditares mesmo é que as coisas vão dar certo. Só assim vai dar tudo certo. E vai acontecer. Mesmo que te digam que não, vai ter que acontecer!’


E eu acredito mesmo. Não só porque preciso. Mas acredito. Porque tem que ser. E porque nem posso meter outra hipótese. Ouviste?

terça-feira, 20 de setembro de 2011

domingo, 18 de setembro de 2011

quem é, de quem não é.

Quem é amigo, preocupa-se. Quer saber (não das coisas, mas de nós.). Está sempre presente, porque mesmo quando não está faz sempre lembrar que não esqueceu, que nunca se esquece.


Quem não é amigo, não quer saber. E quando quer, quer saber das coisas, principalmente se forem más, e nunca de nós. Quase nunca está, e quando está, não dá. Quando está, é só exigências.


São ambos capazes de dizer que gostam de nós. Acho duvidoso, mas talvez seja possível. Cabe-nos a nós distinguir quem é, de quem não é.


Porque uma amizade, não precisa de ser grande para ser verdadeira. Basta basear-se no gostar e no respeito mútuo. E há quem se esqueça e não dê o mínimo valor a isto.

domingo, 11 de setembro de 2011

Não percebo a tua vida. A forma como vives a tua vida. O sentido que parece que lhe dás, para mim, não assenta em nada. não tem sentido algum. E tenho pena. Vives como sendo o teu mundo. Não és o centro mas, és o teu mundo inteiro. Não dás valor, nem te entregas, verdadeiramente, a nada que não te dê reconhecimento. Nem a ninguém, que não te tenha, a ti, como centro do seu mundo. E eu acho que não é porque não queres, mas porque não consegues. Nem sabes. E tenho pena. O erro não está em te focares em ti. Acho mesmo que isso até pode ser muito positivo. O problema é que ninguém é alguém sozinho. É preciso uma fé, um Deus, pessoas, sei lá… é preciso termos um mundo nosso, construído e formado por nós. Sozinhos, somos um. E um, é muito perto de nada. Um mundo nosso é como uma fortaleza, que dificilmente nos deixará ficar mal. E precisamos de ser um mundo para cativar. E se deixamos de cativar, esquecemo-nos de como é bom e até de como se faz.


(excerto de um texto…)

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Nesta semana que passou recebeste tantas provas de amizade verdadeira, que dura e perdura, contra todas as expectativas do tempo que corre a passar e das adversidades que teimam em aparecer e em fazerem-se grandes; provas de um carinho avassalador de tão genuíno e aconchegante, que vence preconceitos e incompatibilidades, faz igual o que parece ser um mundo de diferenças e indiferenças e que une; e de cumplicidades incomparáveis, que não existem porque sim, mas porque são construídas, porque há vontade. Passando de coração em coração. De momento em momento, que de tão simples se fazem tão grandes e se tornam tão nossos. E nos fazem a nós cúmplices para uma vida inteira, oferecendo-nos todas as certezas.
Orgulhas-te muito de tudo isto que te deixa de coração cheio e ainda mais de conseguires cativar e cultivar gente tão bonita na tua vida.


Mas percebeste finalmente que a tua felicidade não pode, nunca pode, depender mais dos outros do que de ti. Do que és, de quem és e do que trazes por dentro. E que se a cabeça te diz uma coisa e o coração outra, ou até mesmo o oposto, tens que seguir sempre a cabeça, por mais difícil que seja. E é. E isto faz de ti uma pessoa bem mais forte. Bem melhor. :)


quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Não estou com paciência nem para ter ideias, nem para preocupações e não acredito que vá mudar de ideias. Mas é só isto, está bem? Está tudo bem. E já que a solução é simples, não vejo qual é o problema… :)


terça-feira, 16 de agosto de 2011

‘quanto mais te (re)baixas, maior o salto.’ :))

quinta-feira, 28 de julho de 2011

life is for living...




… we all know, and I don’t wanna live it alone.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

montanha-russa

Às vezes a nossa vida transforma-se numa montanha-russa que leva tudo à frente e nos arrasta para as suas mil voltas e viravoltas, sem perguntar se quer se estamos dispostos a fazer tal viagem. Sem tão pouco se preocupar se temos algum medo, pânico talvez, em alinhar em tal aventura. Simplesmente agarra-nos e lança-nos. E nós vamos. Que remédio. Perdemos o chão. Perdemo-nos de nós mesmos e assustamo-nos. Temos medo. De não nos encontrarmos mais. De não sabermos se vamos conseguir parar e, no caso de pararmos, se nos vão deixar no mesmo sitio de onde nos tiraram e se, a seguir, vamos ter para onde ir. Se vamos saber para onde ir.


Isto está a parar. Eu sinto que vai parar. Já perdi o medo. Já não sou a mesma. Não quero saber se vai tudo parar no sítio da partida, nem onde parará. Só quero saber para onde ir. E sinto que vou saber tão bem. :)

segunda-feira, 11 de julho de 2011

terça-feira, 5 de julho de 2011

Magoaste-me. Magoaste-me, outra vez, pelo mesmo motivo. É a terceira vez. Se da primeira vez perdoei, sincera e frontalmente; se da segunda, ignorei. Engoli o sapo e sarei a ferida (sim, porque foi uma bruta de uma facada!) à terceira já chega. Chega de ser o brinquedinho fofo que mais adoras, mas que tem defeito, e por isso há alturas que é melhor por de parte. Ou vá, esconder só. Ignorar um bocadinho para não pesar a consciência. Chega. Sou e mereço um bocadinho mais que isso. E sabes? Não foi a conclusão em si que magoou. Isso até conseguia aceitar. Foi o modo. A cobardia. O calculismo, meu deus! O teres negado quando te perguntei, inocente e tão frontalmente e o me teres contado, ou melhor informado!, quando não esperava e estava encurralada, não indo nem podendo reagir. O calculismo! E tens a lata de me vir depois falar em confiança, respeito?!? (e nos dias, não fui falsa. Andava só em piloto-automatico…) eu dei o melhor de mim. Se calhar não vale nada, desculpa, mas é tudo o que tenho. Tudo o que sou e consigo. Chega. Agora sou eu quem mais perco, eu sei que sou! Mas ninguém sabe o que vem depois, o futuro… estas (tuas) coisas já me mataram, literalmente. Agora magoam-me, muito, mas ‘só’. É só isso. E ser ‘só isso’ faz-me ter noção que cresci. E não foi pouco, o que é tão bom. :) percebo também agora que não tenho que me afastar, simplesmente porque as coisas cá dentro mudaram. Tenho tanta pena!

quinta-feira, 30 de junho de 2011

25 de Agosto :))

Mafalda no Casino!!!!!!!!


Se me baralha o esquema todo? Baralha por completo! Se me importo? Nem um bocadinho!! É perfeito! Mais perfeito, só se fosse dois dias antes. Mas vá, Ana Catarina, não queiras demais! :)) e eu que meti na cabeça que se festejasse os meus anos este ano seria a 25! E eu que andava com o feeling que tinha que ver a minha Mafalda nessa altura! E eu que adoro as noites cúmplices de casino! É muito bom. Vai ser!

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Angélico e barbaridades...

É incrível como as pessoas se revelam nos momentos críticos. Mesmo que nada tenham a ver com eles. Tenho andado chocada com tudo o que tenho visto escrito em blogs e no facebook e com pessoas que aderem a grupos completamente macabros. Pessoas com quem até me dou. É tão triste. São tão tristes. Não admirava, nem gostava do angélico. E quando digo isto, falo a nível profissional. Quanto à pessoa em si, não faço ideia se era a melhor ou a pior pessoa do mundo. Nem tão pouco me interessa. Fiquei mesmo muito triste quando soube da notícia. Mexeu muito comigo. Um amigo meu de 22 anos, teve a mesma má sorte há uns meses e de certa forma, isto fez-me recordar tudo outra vez. Não tinha contacto com ele há anos, mas não foi por isso que deixou de custar. Porque as lembranças ficam e hão de sempre fazer parte de quem as viveu. E é isso que me revolta tanto! Ninguém merece morrer tão jovem. Ninguém morre sem ter marcado alguém, em algum momento. Sem ter magoado ou feito alguém mais feliz, por um momento que fosse. E quando partem, fica sempre uma lacuna e uma dor em quem sinta a falta de quem partiu e isso, só cada um sabe e pode, sentir e medir. E quem afirma coisas como ‘foi um irresponsável e o culpado, mereceu. É triste, mas é assim.’ ou critica uma família que acaba de perder um querido e único filho, estando por isso de certo a passar por uma dor atroz, rotulando-a de ‘invejosa’, ‘triste’, ‘egoísta’, por tomarem uma decisão talvez pouco acertada… Mas a que ponto se chega? A hora é deles. O sofrimento é deles. E as decisões também. E mesmo que sejam pouco correctas, têm e merecem ser respeitadas. Alem de que, quem sofre precisa de respeito e sobretudo de tempo (mesmo que, para algumas decisões, este seja curto). O tempo deixa as coisas no sítio certo, como se viu. E quem enche a boca, para fazer que critica seja em alturas destas, é porque não tem coração. E mesmo sem coração, o mínimo que uma pessoa deve ter por quem quer que seja, seja em que altura for, é respeito, e quando nem isso há, é deplorável. Mesmo muito mau.


Quanto ao acidente, e como é comum nestes casos, nunca se vai ter a certeza do que terá acontecido: se ia ou não a alta velocidade, se levava ou não o cinto, etc. Pouco importa também, já que o resultado é lamentável e está à vista de todos: a tristeza de ver gente tão jovem a deixar uma vida inteira por viver.


Quem apregoa à boca cheia que isto é um exemplo, que o tome então como lição para que nunca lhe aconteça nada igual, nem a ninguém que lhe seja próximo (e já agora, serem um bocado mais humanos...) e as vitimas que descansem em paz.

quarta-feira, 8 de junho de 2011




Naquela noite tão estrelada, amena e até possivelmente agradável, eu perdi-me. Ali. Algures. Quem sabe entre um riso, um sorriso. Numa palavra. Numa canção, cantada. Quem sabe na falta de tudo isto. Ou na falta de algo que sentido desse a tudo isso. E numa noite em que nem as estrelas me davam direcção, foi preciso o Jorge surgir com esta música para eu me encontrar. E perceber que me tenho que respeitar. Tenho que me respeitar a mim, ao que sinto e ao que me fazem sentir. Porque o importante sou eu. Na terra dos sonhos…


(a minha mãe deu-me razão. Para isso acontecer é porque é mesmo mau. e feio. E triste…)

terça-feira, 7 de junho de 2011

O (grande) carácter exemplar e evidente e a completa falta dele. Ali. Frente a frente. Ou lado a lado. Juro, mas juro!, que foi constrangedor de tão explicito e revelador

quarta-feira, 1 de junho de 2011

‘eu sei que vai correr tudo bem. Não sei quando. Nem como. Mas vai ficar tudo bem. E fazes bem em não entrar em stresses nem pressões. Tu vais ficar bem. Tens que ficar!! E vai ficar. Não sei explicar. Mas sei. Sei que sim.’


Foi mais ou menos isto. Pelo menos é disto que me lembro. Gosto tanto de ti. És tão importante para mim e fazes-me tão bem. E às vezes acho que não te digo, nem te demonstro o tanto que és, como merecias. Nem as vezes que merecias. Eu adoro-te. e tu conheces-me como poucos e respeitas-me como ninguém. Respeitas-me como mais ninguém!! E isso, neste momento tem um valor enorme para mim. Por tudo. Vale um mundo. Porque é isso. Eu também acredito. Eu também sei. Vai ficar tudo bem.

domingo, 29 de maio de 2011

natal? (vá, isto não interessa...)

Eu, num centro comercial, com a obrigatoriedade de só sair de lá quando tivesse todas as prendas compradas, eram muitas (já desistiam de fazer anos em junho e arranjavam maneira de se distribuir por outros meses, não?). as ideias eram nenhumas e fartei-me de ver coisas giras… para mim. Para variar… -.-
Atenção, adoro dar prendas. Detesto só não ter ideias...


Isto tudo para dizer que o Forum Sintra é o sitio ideal para encontrar pessoas cuja existência já não nos passava pela cabeça e que não fazíamos a mínima questão de rever. Um terror, portanto.
cascaisshopping, continuas a ser o eleito. Logo agora que andas uma paz. :)

quarta-feira, 25 de maio de 2011

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Tenho aprendido que só se consegue adorar verdadeiramente quem se admira, caso contrário, o sentimento e o respeito perdem-se inevitavelmente, mesmo que não se queira.


Fiquei a pensar em como isto é tão verdade e tão presente na minha vida. Em como tenho tantos exemplos de como o carinho e a amizade, por mais verdadeiros que se sintam, não permanecem sem algo muito forte que os sustente. Não desaparecem, ficam sempre guardados no coração deixando o rasto de um sorriso ternurento, mas não sustentam o aperto das saudades. E é curioso como o contrário é tão radicalmente diferente e nos traz a certeza de um sempre seguro, que nos enche e trará sempre tudo o que há de bom. E se a primeira situação é do mais injusto, a segunda pode-se tornar tão grande e tão forte, sem existir razão, e ser do melhor que há no mundo. :)

terça-feira, 3 de maio de 2011

(admiro-vos muito. Tanto. Tanto. Porque no fundo, são as únicas que me tratam sem nenhum tipo de exclusão. Foram as únicas que sempre me trataram assim. me viram sempre assim. e eu confesso que às vezes me pergunto que se fosse o contrario, se eu seria capaz de ser assim. tanto e tão grande. Como vocês são e sabem ser (porque tem que se saber mesmo, ser assim tão especial). E eu pergunto-vos mesmo se sabem tudo isto. O quão grandes são. Porque faço questão que o saibam. E que vos amo. Muito. Obrigado. Muito obrigado por estarem aqui. E por ficarem. Ainda mais por isso.)

quarta-feira, 2 de março de 2011

A indiferença é uma coisa que me faz confusão. Eu gosto de pessoas. E gosto mesmo de gostar delas. Porque sim. Sem restrições. E sempre diferente. É sempre um gostar diferente. As pessoas são diferentes e por isso, todas e cada empatia é também diferente. É assim. E quem o contrario diz, não sabe o que diz. Ou o que sente. Faz-me confusão a indiferença. A das pessoas. A dos outros. A nossa. A da vida. Como a vida é egoísta e capaz de nos levar as pessoas com a mesma leveza com que as trouxe, sendo capaz de fazer o processo parecer normal, sem a menor dor. Faz-me confusão, e isto pode ser cruel, não sentir a mínima falta de pessoas que se afastaram sem deixar o mínimo rasto de saudades, quando pensei, durante muito tempo, que iriam ser eternas na minha vida. Faz-me confusão, perceber que as pessoas que ficam, não são as que se mantêm anos do nosso lado, sem qualquer tumulto. Essas ficam só no sorriso da recordação. As que deixam um coração apertado, são as que provocam e questionam. As que discutem e às vezes até magoam. As que nos puxam para a vida e nos mostram o que é estar vivo. As que nos fazem correr por um tudo ou por um nada loucamente, para no fim respirarmos juntos, fundo, de mãos dadas. As que ficam de mãos dadas e nunca deixam o orgulho falar mais alto, mesmo até quando pode haver razão. As que ficam e estão. São essas que ficam para sempre.
Os momentos. Aqueles que nos fizeram viver felizes, um dia, uma hora, aqueles minutos… que nos fizeram ser nós mesmos ou outra coisa qualquer, que no fizeram, ali, mais livres, são eles que, no fim, nos ligarão para sempre às pessoas. E faz-me confusão recordar momentos lindos e mágicos, bonitos mesmo e ver que, as pessoas pelas quais os vivi, com quem os vivi, já não são na minha vida. E se já não dói, há-de ter doido um dia. Há-de custar sempre. Porque os momentos, hão-de ser sempre nossos, do que fomos um dia e do que somos agora. E as pessoas com quem os partilhámos hão-de estar sempre nalguma parte deles, dos momentos e nalguma parte nossa. Que guardamos. E que há-de ser sempre nossa. Da nossa vida. Do que fomos e somos nós.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

‘estiveste a chorar?’

Não. Eu não faço disso. Só ando com um aperto enorme. Um no peito. Um na barriga. Um (um não. Muitos. Muitos!) na cabeça. Nos pulmões também que às vezes sufoca tentar respirar. Eu só morro de medo do que vem a seguir. Não tenho a mínima noção do que vem a seguir. E na verdade também não tenho minimamente vontade de ter, a mínima noção. Eu não entendo o direito que eles julgam ter quando me lançam ofensivos ‘desististe!!!’ ou ‘onde está a Ana que conheci? (sabem que mais? Também tenho saudades, mas também não sei dela.)’ ou pior, quando me fazem falar, ouvem, julgam e depois não querem saber (nem as coisas passam assim, nem vocês são assim tão bons para que tal aconteça, lamento.). descobri que pior que ser desiludida, é desiludir-me a mim própria (e que consigo ser muito boa e completamente eficaz a fazê-lo.) olho em volta e vejo tanta gente, ninguém a meu lado. Descobri que, se calhar, acho que as pessoas não valem nada (sendo eu uma pessoa, se calhar também acho que não valho nada. é por aí.)

se estive a chorar? Eu não faço disso, e se calhar é por isso que tenho tantos apertos. Mas chorar não resolve nada e com os apertos posso eu bem.

(gosto de pessoas que me fazem perguntas directas, a quem respondo com olhares directos e que a seguir me perguntam pelo tempo :) mostram que me conhecem melhor que a maioria.)

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

ANA CATARINA, DEIXA DE SER CUSCA E DE VER O QUE NÃO DEVES!!!



AHHH! E conseguir esperar pela surpresa e por Março?? Adoro. Está tao perfeitinho. Preciso mesmo de uma noite destas, para encontrar alguma paz que tanto me faz falta. e na verdade, poucos, mesmo muito poucos sabem o tanto que isso é, cá dentro. Mesmo que sejam muitos a dizer que sim.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

minha grey ♥ é. :)


defeitos bons, aqui.

‘é que és igualinha a uma pessoa que um dia conheci. Parva como tudo. Parva como ele.’

:)

Eu sei. Sei bem. Sei que lhe herdei os defeitos todos. Um por um. Mas é bom. É mesmo. É uma maneira forte de o ter comigo, sempre. Mesmo não o tendo aqui.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

‘há uns anos, resolvia os problemas todos da minha vida na casa de banho da escola. Chegávamos a passar lá horas. Resolvia-se tudo lá.’

‘entao, agora resolve-se tudo aqui Ana, no meu carro. Estamos a crescer, estamos a crescer!’

Pois estamos, e já viste tudo o que crescemos juntas? É bom crescer assim, e contigo. Mesmo quando passamos horas à conversas, que adoro. Gasto todas as minhas capacidades para elaborar as maiores teorias e levo os meus dotes para a psicologia ao limite. Tudo isto, para acabarmos com as mesmas conclusões com que começámos. É. :)

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

:)

‘eu tenho fé. E tu és uma força da natureza, tens que continuar’

Em duas frases, disse precisamente as coisas que mais me arrepiam. Tenho saudades dela. Conhecemo-nos, estava eu a passar a fase depressiva pela qual é inevitável todos os adolescentes passarem, em que tudo é mau, péssimo. Sim, essa fase ridícula. Ela apareceu nessa altura e foi quem mais me aturou. Era a única que sabia tudo, tudo. Acho que foi mesmo a única altura da minha vida em que houve alguém que sabia tudo, de mim. Tenho mesmo muitas saudades do positivismo dela, na minha vida. Lembro-me muitas vezes do dia em que finalmente nos conhecemos. De virmos de madrugada de mão dada e a dormir com a cabeça no ombro uma da outra. De atravessarmos o PN as tantas da manha a dizermos com toda a convicção ‘não te largo!’. E cumprimos. Estamos ‘longe’ mas até agora, cumprimos. Sabemos sempre em que ponto a situação está. É das raras pessoas em que acredito de olhos fechados quando me diz ‘podes contar comigo!’ porque sei que se precisar ela vai estar, muito antes de muita gente que ‘está aqui ao lado’. E o não duvidar nem um bocadinho tem um valor incalculável. Valor que é dela. Ela que vai ser sempre especial. Sempre.

sábado, 15 de janeiro de 2011

ser.

‘Eu percebo…’

Oh por amor de deus, não me venham com balelas que vocês não percebem é nada. Nada. Nada. Nada. Vocês não sabem, nem fazem ideia do que é ter um corpo que não acompanha a vossa cabeça, que vos prende. Não sabem o que é estar preso numa teia vossa, só vossa e forte, à qual não podem fugir. Não sabem o que é erguer sonhos, com todo o cuidado, com todo o perfeccionismo, não porque se quer, nem porque se escolhe, mas porque a vida os trás e os impõe. Porque sim. Como se fossem uma peça que sempre cá esteve, que sempre fez parte e que nos faz. E por isso, lutar por eles torna-se tão instintivo como respirar. Não sabem o que é ve-los a cair, um após o outro, e a transformarem se em grandes pedaços de nada. e se, no fundo, eles te fazem, tu acabas por ser feita de grandes pedaços de nada. e vais perdendo, todos os dias pedaços do que te faz, do que és tu. Vocês não sabem. A maior parte das vezes, pergunto-me se saberão vocês o que é a vida. O que são vocês. Se não passam de criaturas robotizadas que mal sabem sentir. Que em vez de um coração a transbordar de emoções, que faz o que são as pessoas, carregam aí, do lado esquerdo do peito, uma bomba meramente mecanizada. Daí eu não vos perceber. Das bocas frias e surreais, divido-me entre burrice e maldade, quando não é nada disto. Não sabem é sentir. Seguem uma rota padronizada, traçada algures e não a vivem. Não respiram, nem vivem. Não sabem. Tristes. E eu não quero isto. Arrepia-me a frieza e impunidade do não saber ser. Eu sofro, e luto todos os dias pelo discernimento e pelo sorriso, que não são fáceis manter. E se calhar, é o que incomoda. Eu riu. Eu sinto. Respiro. Vivo. Sou. E só ser, já faz de mim melhor. Ser.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

‘para mim, devia-se marcar um encontro entre o génio da lâmpada e a pequena sereia, porque nenhum deles tinha pernas, pelo que só se amariam da cintura para cima, numa mistura de corações e nada mais.’

domingo, 9 de janeiro de 2011

balão. acção. haha.



Ontem fui ‘andar de balao’. Inevitável dizer que me lembrei (como se me tivesse esquecido) que adoro estas coisas. O faz-de-conta. O ‘a gravar!’. Aqueles segundinhos de concentração. ‘e agora?’. gente boa e bonita. Os milhares de risos e as mil e uma gargalhadas, que enchem sempre de tudo e sabem sempre bem. Fomos todos bué bons. Bué. :) e agora estou mortinha por ver o resultado final da grande teoria que ninguém percebeu, mas que cada um inventou e fez com que resultasse. E resultou. Acho eu.


sábado, 8 de janeiro de 2011

um reset, à cabeça e ao coração. ou então deita-los fora e por novos. assim muito de vez em quando. principalmente ao coração. era bom. dava jeito. era isso, digo eu... :)

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

2010 e 2011

‘quero despedir-me de um ano de 2010 complicado demais, com tantas experiências difíceis e dolorosas para mim e para as pessoas que mais amo, tantos obstáculos imprevisíveis, tanta confusão... e quero guardar bem tudo o que aprendi, de mim, da vida e dos outros, tudo o que me foi dada a oportunidade de aprender como só se aprende quando a dor é nossa, é na nossa carne, é por dentro do nosso coração, é colada à nossa pele, é no fundo, tão fundo, onde o olhar guarda todos as imagens de todas as memórias mais intactas, mais acesas ou mais perdidas que somos nós e olha, mesmo assim, o futuro.’

Mafalda

Não vale a pena ir mais longe. É isto. 2010 foi isto. Acho que se pesar os anos todos com uma balança, 2010 foi sem dúvida o pior. A Ana que acabou 2009, não é nem de longe a Ana que acaba 2010. Cresci e mudei tanto. Conheci-me. Aquela força de que tanto falavam, consegui finalmente vê-la, em mim. Enfrentei coisas e momentos, horríveis e tenho consciência que os enfrentei exemplarmente, mesmo que no momento seguinte não fizesse a mínima ideia de como o tenha conseguido. Estive muitas vezes desfeita mas, nunca ninguém o viu. Dizem-me sempre que é mau, é injusto porque sofro mais e não confio. Eu sou assim e orgulho-me disto. Claro que sofro a consequência de se esquecerem que não posso estar sempre bem. Esquecem-se que às vezes também tenho o direito de ser injusta. Esquecem-se de me perceber e dar o desconto quando eu percebo e desconto tudo. Pois, no final de contas, eu estou sempre bem. Com este sorriso idiota de que toda a gente gosta. É isso. Por outro lado, recebi das maiores provas de amizade do mundo. Não é fácil estar quando é tudo tão mau. e estiveram. E estão. E eu nunca o vou esquecer. Obrigado.

2011, vai ser melhor. Não duvido, até porque é fácil. Começa já com uma mudança que é muito muito boa, um orgulho e eu acredito mesmo que é só a primeira. Eles pedem-me força, dizem-me que a tenho e pedem-me para ir longe. Eu tenho vontade. Vontade, planos e ideias. E acho que força também. Para traçar o caminho e ir. Acho que é bom começar o ano assim, não? ‘bora lá! Sejam felizes! E que eu seja feliz porque também mereço! :)